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    SC aguarda análise de testes com suspeita de variante mais contagiosa do coronavírus

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    Por Dagmara Spautz
    01/01/2021 - 06h25 - Atualizada em: 01/01/2021 - 18h38
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    Praias estão lotadas em Santa Catarina; Estado aguarda análise de testes com suspeita de variação do coronavírus (Foto: Diorgenes Pandini)

    A Diretoria Estadual de Vigilância Epidemiológica de Santa Catarina (Dive-SC) está à espera da análise de testes no laboratório da Fiocruz, no Rio de Janeiro, para confirmar se há circulação da nova variante do coronavírus no Estado. Foram enviadas duas amostras coletadas de pessoas diagnosticadas com Covid-19 que haviam retornado do Reino Unido, onde a nova cepa, que é até 56% mais contagiosa, foi identificada.

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    Nesta quinta-feira (31) foram confirmados os primeiros dois casos da nova variante no Brasil, identificados pelo laboratório Dasa, em São Paulo (SP). A descoberta foi feita por meio de sequenciamento genético das amostras.

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    Santa Catarina enviou testes à Fiocruz para que seja feito esse mapeamento, chamado de genotipagem. É um tipo de análise que não é feito pelo Lacen, o laboratório central do Estado. Não há prazo para que a Dive receba os resultados.

    Nesta sexta-feira, o órgão informou que os as pessoas que tiveram contato com os casos suspeitos foram identificadas e orientadas sobre a necessidade de isolamento social. Todos estão sob monitoramento da Vigilância Epidemiológica.

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    A identificação da nova cepa de coronavírus, chamada de B.1.1.7, foi divulgada pelo Reino Unido em meados de dezembro. Desde então, sua presença já foi confirmada em 17 países. Não há indícios de que a mutação seja resistente às vacinas que já estão sendo aplicadas pelo mundo, nem de que cause quadros mais graves de Covid-19. Mas esse ‘novo vírus’ tem uma maior capacidade de transmissão.

    Especialistas ouvidos pelo G1 nesta quarta apontaram que a variante preocupa porque não é identificada por todos os tipos de testes que estão disponíveis no Brasil, o que pode acarretar resultados falsos negativos – ou seja, o vírus não ser identificado em uma pessoa que está, de fato, doente. 

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