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    Vaquinha virtual busca ajuda para tratar vítima de explosão em Balneário Camboriú

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    Dagmara
    Por Dagmara Spautz
    28/10/2019 - 07h05 - Atualizada em: 28/10/2019 - 07h13
    Ademir Formigoni Junior e a irmã, Tatiane (foto: Reprodução)
    Ademir Formigoni Junior e a irmã, Tatiane (foto: Reprodução)

    A família do empresário Ademir Formigoni Junior, 37 anos, lançou uma vaquinha virtual para ajudar a custear seu tratamento de saúde. Ele foi gravemente ferido na explosão que ocorreu em um edifício da Rua Israel, em Balneário Camboriú, na última quinta-feira (24).

    Ademir teve 70% do corpo queimado, e seu estado é considerado grave. Com a explosão, seu sistema respiratório foi bastante atingido.

    Ele foi transferido do Hospital da Unimed de Balneário Camboriú, onde estava internado, para um centro de referência em São Paulo. A viagem precisou ser feita em um avião-UTI. Naquele momento, os médicos disseram à família que as chances de sobreviver eram de apenas 5%.

    Segundo a irmã, Tatiane Formigoni, houve avanços e Ademir está estável. Mas segue na UTI, em coma induzido. Os custos do tratamento chegam a R$ 20 mil por dia.

    Arrecadação

    Só no processo de transferência e nos primeiros dias de internação, em Balneário Camboriu e São Paulo, foram gastos mais de R$ 400 mil. A família pede, na vaquinha virtual, R$ 925 mil, porque não há previsão de alta. Até a manhã desta segunda-feira (28), 9% do valor havia sido arrecadado.

    - Estamos fazendo o possível para dar a ele o tratamento que ele precisa - diz Tatiane.

    A mulher de Ademir, que é médica no Hospital Marieta Konder Bornhausen, em Itajaí, está acompanhando o tratamento. Ela estava com ele quando ocorreu a explosão.

    Iluminação foi estopim

    Segundo Tatiane, o irmão sentiu um cheiro forte de gás e alertou a mulher que eles deveriam sair de casa. No momento em que abriu a porta, a iluminação automática do corredor do prédio acendeu e provocou a explosão.

    Na sexta-feira, um morador do prédio foi chamado a depor pela polícia - o que provocou boatos de que teria sido preso, negados pela Polícia Civil.

    O delegado Artur Nitz, responsável pelo inquérito, disse que a fase é de obtenção de provas. Além de moradores, a polícia está ouvindo funcionários do condomínio e da empresa fornecedora de gás. Aguarda, ainda, o resultado do laudo sobre o acidente feito pelo Instituto Geral de Perícias (IGP) e o Corpo de Bombeiros.

    Quer ajudar?

    A vaquinha virtual para ajudar nos custos do tratamento de Ademir está neste link - https://www.vakinha.com.br/vaquinha/ajuda-para-salvar-meu-irmao

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