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    Uma parceria muito bacana está prestes a rolar em Florianópolis

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    Edsoul
    Por Edsoul
    10/01/2020 - 06h30
    A meta é colorir os morros, encher de cores os guetos e tirá-los da invisibilidade (Foto: Divulgação)
    A meta é colorir os morros, encher de cores os guetos e tirá-los da invisibilidade (Foto: Divulgação)

    Uma parceria muito bacana está prestes a rolar na capital dos catarinenses. O Projeto Cidades Invisíveis, que iniciou fotografando personagens das comunidades da Grande Florianópolis e transformando as imagens em artes estampadas em produtos, que depois de vendidos levavam para as famílias modelo, estrutura, se uniu com artistas da arte urbana. Alguns dos envolvidos são os mesmos que idealizaram aqueles painéis lindões que vemos no centrão.

    Rodrigo Rizo e Thiago Valdi vão subir o Morro da mariquinha com seus parceiros de trabalho para colorir o murão que fica no topo da área. Numa curta conversa com Samuel Schimidt, idealizador do Cidades Invisíveis, o cara se mostrou transbordando de alegria em poder levar a arte das ruas, para as vielas da comunidade do Maciço do Morro da Cruz.

    Vida longa, irmãos!

    Se estamos cercados de pessoas que se dizem não racistas, por que estes episódios continuam acontecendo?

    É uma pena que estejamos vivendo manifestações de preconceito em pleno século XXI
    É uma pena que estejamos vivendo manifestações de preconceito em pleno século XXI
    (Foto: )

    Meus queridos, toda vez que abordamos atrocidades aqui no nosso cantinho, fico aborrecido. Poderíamos estar tratando de situações positivas que vivenciamos diariamente em nossa região, mas não. Dessa vez, foi num supermercado famoso dentro de um shopping. Outra vez foi num estacionamento conhecido da cidade. Outras tantas vezes o preconceito seguido de uma discriminação inaceitável fez uma pessoa negra vítima.

    Às vezes fico viajando em pensamentos e me pergunto, se estamos cercados de pessoas que se dizem não racistas, por que estes episódios continuam acontecendo? Na boa, não estou aqui defendendo grupo ou movimentos, mas, sim, tentando fazer com que possamos refletir sobre a existência ou não, do igualitário.

    Com todo esse despejo de ódio, duas palavras voltaram com toda a força para a nossa pronuncia ou escrita, equidade e diferença. Qual das duas vale mais pra você? Você tem o direito de aceitar que é diferente, mas nunca, que é superior. Principalmente se essa suposta superioridade tem a ver com tom de pele, cargo ou ainda, posição social.

    Sabem aquelas três sílabas que infelizmente nasceram nos que se manifestam somente através das redes sociais? O MIMIMI tem feito vítimas e eu, humildemente acredito, que nos dias de hoje não basta mais vocês não ser racista, temos que ser todos anti - racismo.

    Do contrário, seremos seres humanizados, sonhando eternamente com uma única sociedade, desprovida destes cânceres. 

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