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    A líder global em carnes lança o programa Juntos pela Amazônia

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    Estela
    Por Estela Benetti
    26/09/2020 - 14h26 - Atualizada em: 26/09/2020 - 16h53
    O presidente da JBS, Gilberto Tomazoni
    O presidente da JBS, Gilberto Tomazoni (Foto: Gladstone Campos, Reaphotos, Divulgação)

    O Grupo JBS, líder global em proteína animal que é dono da empresa catarinense Seara e de outras marcas, acaba de lançar o programa Juntos pela Amazônia. A iniciativa prevê a criação de um fundo de R$ 1 bilhão para preservar a floresta e a Plataforma Verde, que consiste em sistema de rastreamento de bovinos de fornecedores indiretos. O CEO da companhia, Gilberto Tomazoni, explica que há 10 anos a empresa tem um sistema que controla a origem de produtos de fornecedores diretos, mas falta incluir os indiretos, o que a companhia planeja alcançar em até 2025.

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    Segundo ele, a pandemia alterou prioridades e deixou evidente a emergência climática. Essa iniciativa visa também o coletivo, isto é, preservar a imagem do Brasil e do agronegócio nacional.

    A iniciativa da JBS e de outros grupos empresariais com projetos especiais para a Amazônia visam ações para melhorar a imagem do país, muito afetada na área ambiental hoje pela ocorrência de mais incêndios na Amazônia e a política equivocada do governo federal na área ambiental.

    Tecnologia de ponta

    O novo sistema de rastreamento da JBS para fornecedores de bovinos na Amazônia tem entre os diferenciais o uso da tecnologia Blockchain, que permite certificar as atividades passo a passo. Essa tecnologia possibilita comprovar as ações realizadas para quem questionar. 

    Para a formação do Fundo Amazônia, de R$ 1 bilhão, o grupo será o principal colaborador, com a doação de R$ 250 milhões, prevendo chegar ao dobro disso em 10 anos. Esse fundo oferecerá recursos para a preservação da Amazônia. A coordenação desse fundo ficará a cargo da executiva catarinense Joanita Maestri Karoleski, ex-presidente da Seara, que também é a coordenação das ações sociais do grupo frente à Covid-19, que somaram R$ 400 milhões no Brasil, sendo R$ 28 milhões para Santa Catarina.

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