A economia catarinense segue impactada pelos os efeitos do baixo ritmo nacional. O Índice de Atividade Econômica Regional (IBCR-SC), calculado pelo Banco Central do Brasil (BC) e considerado uma prévia do PIB apurou que o Estado fechou o período de janeiro a maio com crescimento de 3,18% frente ao mesmo período do ano passado, mas na comparação de maio com o mês anterior, com ajustes sazonais, teve retração de –0,1%. Em relação a maio de 2018, em função dos impactos da greve dos caminhoneiros, o crescimento de SC alcançou 8,11%.
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No Brasil, o IBC-Br acumulado no ano até maio alcançou alta de 0,94%; na comparação de maio com o mês anterior, abril, o país cresceu 0,54%; e frente ao mesmo mês do ano passado teve alta de 4,40%.
Os dados de Santa Catarina foram organizados e analisados pelo Observatório da Indústria, da Fiesc. IBCR é calculado pelo BC com base nas atividades de indústria, comércio e serviços, incluindo os impostos sobre produtos.
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Considerando os demais Estados da federação, Santa Catarina ficou em quarto lugar nesse desempenho anual, atrás do Rio Grande do Sul, São Paulo e Ceará.
Ritmo chinês
O Produto Interno Bruto (PIB) da China fechou o primeiro semestre deste ano com alta de 6,3%, a menor para o período em 27 anos. O consultor para assuntos econômicos do gigante asiático, Henry Uliano Quaresma, explica que esse era um resultado esperado e tem mais de uma causa: foco em consumo interno, guerra comercial com os EUA e redução do crescimento mundial. Mas ele avalia que o mercado chinês segue importante para Santa Catarina, especialmente para compra de proteína animal e soja. Contudo, tem potencial para diversos outros produtos de qualidade.
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