Preocupada com informações sobre a greve desta segunda-feira em Florianópolis, de que as centrais sindicais conclamaram manifestações que incluam arrastão para fechar o comércio, a CDL da Capital pediu reforços para o Comando-Geral da Polícia Militar de SC e para a Secretaria Municipal de Segurança Pública para impedir isso. A informação é de que o transporte coletivo e alguns serviços públicos vão parar contra a reforma da Previdência. Em nota assinada pelo presidente Lidomar Bison, a CDL diz que a paralisação não é legítima. 

Continua depois da publicidade

Prejuízos
às pessoas
A CDL de Florianópolis repudia qualquer ato que provoque desordens e prejuízo às pessoas, impedindo o direito constitucional e ir e vir do cidadão e daqueles que empreendem, geram renda e emprego na Capital. 
– Essa é uma greve inoportuna, que se apropria de serviços essenciais para prejudicar toda a cadeia produtiva – diz a nota. 

Tiro no pé
A grande maioria contra a reforma da Previdência é justamente quem tem maior renda. Mas se não sair a reforma e o país quebrar, esses serão os primeiros que terão cortes nas aposentadorias e/ou salários. Foi assim na Grécia, onde foram feitos cerca de 15 cortes. Se sair a reforma, as contas ficam equilibradas, o investimento cresce e as chances de pagamento em dia são maiores.  

Confirma mais notícias da colunista Estela Benetti

Continua depois da publicidade