nsc
    nsc

    Defesa do país

    Cinco empresas de SC poderão fazer vendas para as Forças Armadas

    Compartilhe

    Estela
    Por Estela Benetti
    16/04/2019 - 04h15 - Atualizada em: 16/04/2019 - 07h14
    WEG, de Jaraguá do Sul, é uma das empresas autorizadas. Foto: Leo Munhoz/ DC/ Banco de Dados
    WEG, de Jaraguá do Sul, é uma das empresas autorizadas. Foto: Leo Munhoz/ DC/ Banco de Dados

    Cinco empresas catarinenses foram homologadas como fornecedoras estratégicas de defesa, o que significa poder fazer vendas para as Forças Armadas do país. Integram o grupo a Dígitro, de Florianópolis; Olsen, de Palhoça; WEG, de Jaraguá do Sul; Provolt, de Blumenau; e Bombas Triglau, de Caçador. As vendas às Forças Armadas têm uma redução de até 70% da carga tributária de PIS, Cofins e IPI. Quem intermediou essa abertura de mercado foi o Comitê da Indústria de Defesa, liderado pela Fiesc.

    Ações repetitivas

    O Tribunal de Justiça do Estado (TJSC) avança na admissão de tese única relativa a demandas repetitivas, ou seja, processos sobre o mesmo assunto. O foco é a uniformização de entendimento da Côrte, o que vai pacificar controvérsias de relevância social e agilizar processos. Entre as ações mais recorrentes, hoje, estão base de cálculo para ICMS, pensão por morte de militares e transportes privados por aplicativos. Um exemplo é o Uber. Como o Judiciário passou a receber inúmeros processos sobre esse aplicativo, o TJ decidiu criar uma jurisprudência sobre essa matéria. Atualmente, o tribunal discute qual será a jurisprudência.

    Expansão

    A Polícia Federal autorizou a abertura de filial da Orcali Segurança e Serviços no Paraná. Apesar do baixo ritmo de crescimento da economia do país, o empresário Alfredo Ibiapina tinha plano de expansão no mercado paranaense, onde já atuou por 16 anos. Inicialmente, atenderá empresas de SC que têm filiais no Estado vizinho.

    Deixe seu comentário:

    Últimas do colunista

    Loading...

    Mais colunistas

      Mais colunistas