A Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) de Florianópolis é uma das entidades que contestam a decisão da prefeitura da Capital de prorrogar por mais sete dias o fechamento do comércio de rua do município. Em nota crítica, a entidade alerta que após um isolamento social superior a 20 dias, mais sete dias de lojas fechadas será o ápice para muitos empreendedores realizarem demissões em massa ou até mesmo fecharem as portas de forma definitiva.

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A entidade chama a atenção também para que o executivo municipal também faça a sua parte. Pergunta que medidas foram tomadas pela prefeitura para reduzir os custos da máquina pública. Alerta ainda que, se o comércio de rua de Florianópolis está fechado, os consumidores da Capital vão comprar nas cidades vizinhas.

Leia a íntegra da nota da CDL

Nota oficial da CDL de Florianópolis

Mais sete dias, é a prorrogação que o prefeito de Florianópolis, Gean Loureiro (DEM) decretou para manter as portas fechadas do comércio de rua. Uma semana pode parecer pouco, mas para quem enfrenta um isolamento social há mais de 20 dias, esse período será o ápice para muitos empreendedores realizarem demissões em massa ou até mesmo fecharem as portas de forma definitiva.

A CDL de Florianópolis percebe que durante o isolamento social foram impostas diversas medidas para combater o Coronavírus, mas qual a medida efetiva que o chefe do executivo providenciou para enxugar os gastos da máquina pública?

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A Entidade entende que os critérios de decisão tomadas pelo prefeito Gean Loureiro são completamente equivocadas. Enquanto Florianópolis se fecha, os comércios das cidades vizinhas como São José, Biguaçu e Palhoça abrem as portas para receber os consumidores da região.

Para as demais localidades, a retomada da economia começou nesta segunda-feira (13) e Florianópolis? Quando a prefeitura municipal irá lançar um plano estratégico para salvar as empresas e os empregos da população florianopolitana?

Em tempo, é válido lembrar que a retomada da economia precisa ocorrer de forma gradativa e que o transporte público coletivo é o principal meio de condução para a maioria da população, entretanto os ônibus não estão em funcionamento, o que reduz drasticamente a circulação de pessoas.

Por este motivo, a CDL de Florianópolis entende que o consumo no centro e nos bairros do município será pelos moradores da região. O momento é de flexibilizar atividades de forma segura para ajudar a salvar os empreendimentos da nossa Cidade que geram renda, emprego e que contribuem com o desenvolvimento econômico da Capital.

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*Diretoria da CDL de Florianópolis*

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