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    Exportações de SC têm retomada gradual frente à crise internacional

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    Por Estela Benetti
    11/08/2020 - 09h09
    Movimento de contêineres no Porto de Itajaí
    Movimento de contêineres no Porto de Itajaí (Foto: Marcos Porto, Divulgação, BD)

    Santa Catarina fechou julho com receita de exportações de US$ 724 milhões, queda de -9,2% em relação ao mesmo mês do ano passado. Apesar de os resultados ainda não serem positivos, os números mostram uma gradativa recuperação pós-pandemia. Isso porque em maio, na comparação com o mesmo mês de 2019 a queda ficou em -21,6%. No mês de junho, nessa mesma comparação, houve uma leve melhora, quando o recuo ficou em -19,7% e, agora, ficou abaixo de 10%. O destaque continua sendo a carne suína, que vem garantindo o maior faturamento de SC no mercado internacional. 

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    O levantamento de dados junto à Secretaria de Comércio Exterior do Ministério da Economia é feito pelo Observatório da Indústria, da Fiesc. No período de janeiro a julho, a balança comercial catarinense apresentou exportações de US$ 4,739 bilhões, com recuo de 11,5% frente aos mesmos meses do ano passado. No mesmo período, as vendas externas brasileiras recuaram menos, 6,7%.

    Em julho, as vendas de carne suína repetiram maior faturamento do Estado lá fora, US$ 98,3 milhões, seguidas por carne de aves com US$ 95,5 milhões, soja US$ 80 milhões e tabaco US$ 37,7 milhões. O quinto item mais importante da balança do Estado em julho foi motor elétrico, com receita de US$ 27 milhões.

    No período de janeiro a julho frente aos mesmos meses do ano passado, as exportações de carne suína cresceram 40,3%, as de carne de aves caíram 38% e as de soja tiveram alta de 12%. Os principais mercados das vendas externas catarinenses foram China, Estados Unidos, Países Baixos, Argentina e México. E as principais origens das importações do Estado foram China, Argentina, Estados Unidos, Chile e Alemanha.

    De janeiro a julho, as importações de SC atingiram US$ 8,270 bilhões, com queda de 13,9% frente aos mesmos meses do ano passado. Os itens mais importados foram fertilizantes, no valor de US$ 32,7 milhões, seguidos por luvas de borracha US$ 27,9 milhões, laminados de ferro US$ 26,9 milhões, cobre US$ 23,8 milhões e sangue US$ 23,7 milhões. 

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