As executivas Ana e Lúcia Mees, filhas do empresário Aldo Luiz Mees, fundador da govtech catarinense IPM Sistemas, celebram neste semestre a conclusão de programas de pós-graduação em duas das universidades mais reconhecidas e seletivas do mundo, Johns Hopkins University e Stanford University. Logo elas retornam para ampliar a atuação estratégica da empresa voltada à inteligência artificial, inovação e novos modelos tecnológicos.

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As executivas Ana e Lúcia Mees, filhas do empresário Aldo Luiz Mees, fundador da govtech IPM Sistemas, celebram neste semestre a conclusão de programas de pós-graduação em duas das universidades mais reconhecidas e seletivas do mundo, Johns Hopkins University e Stanford University. Logo elas retornam para ampliar a atuação estratégica da empresa voltada à inteligência artificial, inovação e novos modelos tecnológicos.

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Ana Mees, a mais jovem, de 26 anos, neste final de semana se forma no mestrado em Inteligência Artificial da Johns Hopkins University, instituição referência global em pesquisa aplicada, saúde e desenvolvimento tecnológico.

Em junho, será a vez de Lúcia Mees concluir o mestrado em Administração de Negócios (MBA) da Stanford University, universidade que ajudou a moldar o ecossistema do Vale do Silício. Ela está completando o mesmo programa que formou os fundadores de Nubank, Mercado Livre e Nike, e os atuais CEOs de Pfizer, AmBev e Warner Bros.

Esse movimento das jovens ocorre em um momento de expansão da IPM em IA aplicada ao setor público. E também sinaliza a chegada de uma nova geração de lideranças com formação internacional em tecnologia, software e estratégia empresarial, combinação ainda rara no ecossistema GovTech do Brasil.

Líder do laboratório de IA da IPM

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Com foco maior em inteligência artificial, Ana Mees concluiu a última fase do curso no semestre anterior. Ela possui dupla formação em Engenharia Eletrônica e Engenharia Biomédica pela Duke University e lidera atualmente o Laboratório de IA da IPM, voltado ao desenvolvimento e experimentação de soluções avançadas em inteligência artificial.

A trajetória acadêmica da executiva reúne engenharia, computação e aplicações de IA em contextos de alta complexidade. Ela revela que a escolha pela Johns Hopkins foi devido ao histórico construído em Duke e ao interesse em aplicações avançadas de inteligência artificial em áreas ligadas à saúde, modelagem de dados e sistemas críticos.

Essa combinação entre Duke e Johns Hopkins coloca Ana entre um grupo ainda bastante restrito de profissionais brasileiros com formação avançada em inteligência artificial aplicada.

– A Johns Hopkins tem uma abordagem muito forte de IA conectada a problemas reais e ambientes complexos. Era exatamente o tipo de formação que eu buscava para aprofundar aplicações avançadas de inteligência artificial com base técnica sólida e visão interdisciplinar – explica Ana Mees.

Aulas com CEOs da OpenAI e Nvidia

Com ênfase em IA e gestão de negócios, Lúcia Mees desenvolveu durante o MBA estudos e projetos ligados à inteligência artificial, sistemas de IA agêntica, software, organizações AI-native, inovação, estratégia competitiva e desenvolvimento de novos negócios. Teve aulas com estrelas globais do setor de IA como Sam Altman (CEO da OpenAI) e Jensen Huang (fundador e CEO da NVIDIA).

Além disso, ela revela que como parte da formação realizou uma imersão na China, com foco em cidades inteligentes e aplicações de IA em larga escala.

Após o curso em Stanford, Lúcia adianta que vai retornar ao Brasil para ampliar sua atuação em frentes estratégicas da IPM. O objetivo será contribuir para a criação e expansão de iniciativas ligadas a novos modelos de negócio, inovação tecnológica e crescimento da companhia.

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Mais IA ao setor público

A conclusão da formação das filhas do fundador da IPM coincide com uma nova fase da empresa, com ampliação de investimentos em inteligência artificial aplicada à gestão pública.

Um destaque é a Dara, plataforma proprietária de IA cuja criação foi liderada pela Ana Mees, que foca áreas como saúde, educação, atendimento ao cidadão e planejamento urbano. Para acelerar esses serviços, a companhia realizou um investimento total de R$ 30 milhões em inteligência artificial.

– Mais do que acompanhar tendências tecnológicas, estamos construindo capacidade própria para os próximos ciclos de transformação digital do setor público. A formação internacional da Ana e da Lúcia fortalece essa visão de longo prazo e amplia a capacidade da IPM de desenvolver tecnologia de alta complexidade no Brasil – destaca Aldo Luiz Mees, fundador da IPM Sistemas.

Diante dos desafios da tecnologia e recursos escassos, a gestão pública necessita usar cada vez mais inteligência de dados. A IPM investiu na formação das suas lideranças para oferecer infraestrutura própria com aplicações avançadas em IA. Assim, abre portas para consolidar protagonismo tecnológico no mercado de tecnologias para governos no Brasil.