nsc

publicidade

Estela

Fiscalização

Megaoperação antipirataria na Capital pode fechar de 150 a 200 lojas

Compartilhe

Por Estela Benetti
31/10/2018 - 10h55 - Atualizada em: 31/10/2018 - 11h01
Crédito: Cecop, divulgação
Crédito: Cecop, divulgação

Para atender a constantes denúncias de lojistas sobre a existência de uma ampla rede de venda de produtos piratas em Santa Catarina, especialmente no Centro de Florianópolis, os órgãos de fiscalização e segurança do Estado se prepararam para enfrentar o problema. A primeira grande ação, com cerca de 100 profissionais, foi iniciada na terça-feira e continua nesta quarta-feira em galerias centrais da cidade.

Foram apreendidos produtos cujos valores de vendas superam R$ 1 milhão, mas no final dos trabalhos o montante tirado do mercado deverá ser ainda maior na operação que envolve as galerias nas ruas Álvaro de Carvalho, Conselheiro Mafra e Deodoro. A Deodoro continua fechada hoje porque o volume de produtos irregulares encontrado pelos agentes é muito grande. Segundo o presidente da CDL, Lidomar Bison, de 150 a 200 lojas dessas galerias serão fechadas pelos órgãos de segurança, esses lojistas responderão a inquérito e a expectativa da entidade, que vem lutando há anos para combater o comércio ilegal é que, esses estabelecimentos reabram depois apenas com atividades formais.  

Participam da operação a Polícia Rodoviária Federal, Polícia Federal, Receita Federal, Polícia Civil, Polícia Militar, Ministério Público, Procon Estadual, Inmetro, Guarda Municipal, Secretaria de Serviços Públicos da Capital (Susp) e Instituto Meirelles de Proteção à Propriedade Intelectual (Imppi), sob a coordenação do Conselho Estadual de Combate à Pirataria (Cecop). Esta foi a primeira grande operação contra a pirataria realizada em Santa Catarina, a exemplo do que já foi feito em São Paulo, especialmente na rua 25 de Março. 

Foram encontrados confecções, calçados e eletrônicos falsificados, a maioria de marcas estrangeiras como Adidas e Nike, entre outros.  

— É uma pena que esses empresários tomaram esse caminho, tomaram gosto. Tinha se criado uma rede de grande porte, grande expressão no comércio, que estava fazendo o desmonte das lojas legalmente estabelecidas – lamenta o presidente da CDL.  

Leia também:

Empresário confirma investimentos de R$ 500 milhões para a Havan em 2019

Deixe seu comentário:

Estela Benetti

Estela Benetti

Estela Benetti

Especialista na economia de Santa Catarina, traduz as decisões mais relevantes do mercado, faz análises e antecipa tendências que afetam a vida de empresários, governos e consumidores.

estela.benetti@somosnsc.com.br

publicidade

publicidade

Mais colunistas

publicidade

publicidade