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    Prevenir doenças da mente reduz perdas bilionárias 

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    Por Estela Benetti
    11/05/2018 - 03h50 - Atualizada em: 11/05/2018 - 16h10
    (Salmo DUarte, A Notícia)

    Preservar a saúde é um grande investimento, especialmente quando se trata de evitar doenças da mente como stress, depressão, ansiedade e outras. Esse desafio, que nos últimos anos entrou no radar de ações da Federação das Indústrias do Estado (Fiesc), foi destaque nesta quinta-feira (10) na Expogestão, em Joinville, em palestra do neurologista Fabiano Moulin, que abordou o tema Cérebro, nosso guia pela jornada da vida. Segundo ele, os Estados Unidos tiveram que destinar US$ 800 bilhões em 2010 para tratar doenças da mente e os custos indiretos chegaram a US$ 1,7 trilhão. Em 2030, os custos totais, diretos e indiretos aos americanos, poderão chegar a R$ 6 trilhões.

    Conforme Moulin, 50% das pessoas que trabalham terão algum problema mental durante a vida e um dos desafios é que muitos fazem questão de não reconhecer a doença. Ele afirmou que de cada US$ 1 investido em prevenção, há ganho de US$ 6. Em primeiro lugar, a prevenção inclui alimentação saudável, prática de atividade física e bom período de sono. E quando as doenças aparecerem é preciso procurar ajuda especializada. 

    O empresário Alonso Torres, organizador das 16 edições da Expogestão, explica que os cuidados com a saúde da mente sempre entram na pauta do congresso porque é preciso seguir a lógica da orientação dos comissários de voo. 

    — Em caso de acidente, primeiro coloque a máscara em você para depois ajudar os outros – diz, o que significa que o líder precisa estar bem para desenvolver seu negócio, gerando resultados econômicos e sociais positivos. 

    Veja também: Piangers fala sobre o impacto da tecnologia na vida: "Se algo vai nos diferenciar é ser empático e humano"

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    Pela educação Com ensino fundamental entre os melhores do país, Joinville, a maior cidade do Estado, amplia ações para melhorar a segurança também via educação. Presente no congresso empresarial, o secretário de Proteção Civil e Segurança Pública do município, Bráulio Barbosa, está confiante de que isso será alcançado com o Programa Escola Cidadã, iniciado este ano. 

     

    Peças lá fora Embalada pela alta demanda por máquinas pesadas, especialmente nos EUA, a Tupy, de Joinville, fechou o primeiro trimestre com receita líquida de vendas de R$ 1 bilhão, um recorde para a companhia. O lucro líquido alcançou R$ 56,9 milhões.

     

    Ainda da Encol A construtora Fontana, de Criciúma, entregou esta semana mais um edifício em Florianópolis que estava sendo feito pela Encol há 25 anos e foi suspenso devido à falência do grupo paulista. Este foi o segundo da Encol recuperado na capital pela companhia de Olvacir Fonana.     

    Em alta  O grupo Pereira, de Itajaí, dono das marcas Fort Atacadista e Comper, passou da oitava para a sexta posição no ranking das maiores empresas supermercadistas do país, segundo levantamento da Abras, a associação do setor. O vice-presidente comercial do grupo, João Pereira, participou da revelação do ranking em SP. 

     

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