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    UFSC faz acordo para desenvolver tecnologias ao cultivo de camarão

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    Por Estela Benetti
    15/12/2019 - 20h28 - Atualizada em: 17/12/2019 - 10h47
    Sócios da EcoMarine firmam acordo com a UFSC (Foto: Divulgação)
    Sócios da EcoMarine firmam acordo com a UFSC (Foto: Divulgação)

    A maior parte do camarão consumido em Santa Catarina vem do Nordeste porque a produção de cativeiro, que teve ponto alto em 2002, foi suspensa em 2004 devido ao Vírus da Mancha Branca. Com o objetivo de reintroduzir a produção de cultivo no Estado, a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) firmou um acordo de cooperação com a EcoMarine Biotech, que em 2009 foi empresa nascente no Laboratório de Camarões Marinhos (LCM) da instituição.

    O acordo prevê o desenvolvimento de novas tecnologias de produção para camarões marinhos, peixes e plantas halófitas, informa Bruno Scopel, um dos sócios da empresa e engenheiro de aquicultura.

    Segundo ele, a produção de cultivo do camarão começa a ser retomada no Estado. A parceria visa também resolver o problema da Mancha Branca com tecnologias mais eficientes e ambientalmente amigáveis. Além de SC, Scopel atuou no setor de cultivo de camarões no Nordeste e conheceu sistemas em outros países.

    O convênio com a UFSC foi assinado pelo reitor Ubaldo Balthazar; pela chefe do Departamento de Aquicultura (CCA/UFSC), a professora Dra. Katt Lapa e pelo coordenador da Fazenda Experimental Yakult/UFSC, o professor Dr. Edmar Andreatta.

    Na foto, Scopel (E), Andreatta, Katt Lapa e o empresário Alexandre Lemos, também sócio da EcoMarine Biotech. Além de Scopel e Lemos, a empresa tem mais dois sócios, Marcos Luiz Pessatti e Antonio Cesar Pacheco Formighieri.

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