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Vinícolas de SC abrem as portas para turistas

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Por Estela Benetti
08/01/2019 - 05h30 - Atualizada em: 08/01/2019 - 07h41
uva
(Foto: )

Entre as atrações importantes para quem visita qualquer lugar do mundo estão os vinhos locais. No caso de Santa Catarina, as vinícolas no estilo boutique da Serra e do Meio Oeste do Estado garantem esse diferencial a quem já conhece os produtos ou aos que querem identificar sabores e aromas diferentes.

Com o propósito de fortalecer ainda mais o diferencial dos produtos locais e fortalecer o enoturismo, a Vinhos de Altitude Produtores Associados, que reúne quase 40 vinícolas que elaboram vinhos e espumantes finos no Estado, vai priorizar os passos para conseguir selo de origem, a exemplo do que já têm as regiões produtoras da Uva Goethe no Sul de SC, que é única no mundo com essa espécie vinífera.

O novo presidente da Vinhos de Altitude, José Eduardo Bassetti é quem vai liderar esse trabalho.  Vale destacar a mais recente mudança de sociedade no setor. O empresário Wandér Weege, da Malwee, vendeu a vinícola que fundou em 2002, a Pericó, de São Joaquim, para um grupo de empresários, entre os quais

Carlinho Bogo Junior, que é sócio do teleférico de Balneário Camboriú, e um empresário francês do setor de vinhos. O plano de Bogo é abrir a Pericó para o enoturismo. 

Vindima de altitude em março

A Vinhos de Altitude Produtores Associados realizará em março a 6ª Vindima de Altitude (festa da colheita da uva). O evento será nos finais de semana em São Joaquim. Segundo o empresário Acari Amorim, que coordena o evento, uma das atrações será uma feira aberta de vinhos na praça da cidade. O objetivo será facilitar a participação do público. O polo de vitivinicultura de Santa Catarina é novo, mas avançou pelo uso de vinhas europeias e produção de qualidade.  A primeira vinícola de altitude, a Quinta da Neve, de São Joaquim, vai completar duas décadas em dezembro deste ano.  

SC em 5º lugar na geração solar

Santa Catarina está na quinta posição do ranking dos Estados brasileiros que mais geram energia por meio da microgeração e minigeração distribuída fotovoltaica com base na potência instalada. As informações são da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Abesolar).

Em primeiro lugar está Minas Gerais, que superou 100 MW de geração e responde por 21,80% da potência instalada. Em segundo lugar está o Rio Grande do Sul com 15,7%, seguido por São Paulo com 12,2%, Paraná 6,1% e Santa Catarina, 5,4%. Segundo a Abesolar, o país atingiu 500 MW em geração ano passado e conta, atualmente, com 49.177 sistemas solares instalados.

Os investimentos totais superaram R$ 2,6 bilhões. Considerando o número de unidades instaladas, os consumidores residenciais lideram com 75,5% do total, seguidos por comércio e serviços com 16,8%, rurais 4,3%, industriais 2,7% e o setor público 0,7%.  MG  109,5 RS   78,8 SP   61,2 PR   30,6 SC  27,1 RJ   21,2 CE   21,1

Fonte: Abesolar

SC espera isenção de ICMS

Santa Catarina é o único Estado que ainda não aderiu à isenção de ICMS para a micro e minigeração solar fotovoltaica. Em meados do ano passado SC e mais dois Estados conseguiram aprovação do Confaz para fazer essa mudança, mas no caso catarinense o projeto continua na Assembléia Legislativa. Ele necessita de aprovação parlamentar para, depois, ser sancionado pelo governador Carlos Moisés.

A isenção, quando aprovada, vai incluir geração solar, hídrica, eólica e biomassa no limite de até 1 MW de potência instalada.   Com frequência, leitores da coluna alertam para essa falta de isenção, que é uma desvantagem competitiva de SC. 

Fecam debate

Para esclarecer a prefeitos e outras lideranças sobre os desafios e riscos na área fiscal, especialmente envolvendo prefeituras, a Federação Catarinense dos Municípios (Fecam) promove uma palestra dia 15 deste mês. Quem vai abordar esses temas complexos é o professor e pesquisador do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vagas, Samuel Pessoa.

O evento, em parceria com a Fiesc, será às 15h, na sede da federação. A propósito, Pessoa tem alertado que os parlamentares têm uma grande responsabilidade na solução da crise do setor público, aprovando boas reformas, especialmente da Previdência.

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Estela Benetti

Especialista na economia de Santa Catarina, traduz as decisões mais relevantes do mercado, faz análises e antecipa tendências que afetam a vida de empresários, governos e consumidores.

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