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    Voto questionável de senadores catarinenses na reforma da previdência

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    Por Estela Benetti
    03/10/2019 - 02h15 - Atualizada em: 03/10/2019 - 21h14
    (Foto: Marcos Oliveira / Agência Senado)

    Na importante votação da reforma da Previdência da noite de terça-feira no Senado, os três senadores de SC – Dário Berger, Esperidião Amin e Jorginho Mello - votaram a favor do projeto, mas para o destaque do abono salarial, Berger e Amin, deram voto questionável.

    Ao invés de manter o texto da câmara, com abono para quem ganha até R$ 1.364,43, votaram na regra atual, até dois mínimos. Com essas e outras mudanças, a reforma perdeu R$ 133 bilhões. No Brasil, de cada 10 trabalhadores apenas três tem carteira assinada. O abono ajuda quem já está bem. A reforma é fundamental para fortalecer a economia e beneficiar a todos. O eleitor de SC não esperava voto contra a reforma. 

    Resposta

    Em resposta à crítica que fiz nesta quinta-feira (3) na coluna sobre votos a favor da continuidade do abono salarial para quem ganha até dois salários mínimos ao invés de até R$ 1.346,43, o senador Dário Berger informou que considera o ajuste fiscal vital ao país, mas entende que é preciso considerar também o impacto social.

    A medida atingiria mais de 20 milhões de trabalhadores e que não se pode prejudicar trabalhadores em nome das mudanças fiscais, justificou. Amin informou que acha que votou certo, dando prioridade aos pequenos, ou seja, para aqueles que têm uma renda inferior a dois salários mínimos.

    ExcelênciaSC 

    Acontece nesta quinta (3) à noite a entrega do Prêmio Catarinense da Excelência, promovido pelo movimento ExcelênciaSC. Serão 14 empresas premiadas, que se esforçaram na busca da perfeição. Será no Sesc Cacupé, na Capital. 

    Dia da Criança 

    Lojistas de Santa Catarina estão otimistas para o Dia da Criança. Pesquisa da FCDL apurou que 89,13% acreditam que as vendas vão superar as do mesmo período de 2018. Para 64,5%, o tíquete médio será de R$ 150. 

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