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Vacina à vista

Enfermeira de Blumenau já tomou as duas doses da vacina contra a Covid-19 nos EUA

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Por Evandro de Assis
15/01/2021 - 06h00 - Atualizada em: 15/01/2021 - 09h56
Liége Davis mora nos Estados Unidos há 20 anos
Liége Davis mora nos Estados Unidos há 20 anos (Foto: Arquivo pessoal)

Para ao menos uma blumenauense, a vacinação contra a Covid-19 já é coisa do passado. Liége Davis, 39 anos, é enfermeira hospitalar no estado do Arkansas, nos Estados Unidos, e recebeu a segunda e última dose do imunizante nesta terça-feira (12). Mesmo não atuando diretamente com pacientes de coronavírus — ela trabalha num programa para pacientes de AVC —, não titubeou quando teve a chance de vacinar-se.

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> Vacinação contra a Covid-19 em Santa Catarina começa no dia 20 de janeiro.

A primeira dose foi aplicada em 22 de dezembro, oito dias depois do início da vacinação no país. Única reação: um pouco de dor no braço. Após a segunda dose, os efeitos colaterais foram mais perceptíveis. Na manhã de quarta (13), Liége acordou com calafrios, dor de cabeça e febre de 38,7 °C. Tomou antitérmicos e repousou durante quase todo o dia. Nesta quinta, quando conversamos por telefone, já estava recuperada.

— Prefiro um dia de sintomas do que muitos dias doente — comparou.

Morando nos Estados Unidos há 20 anos, a enfermeira nascida em Blumenau diz estar aliviada. Ela tem dois filhos, de 12 e 10 anos de idade, e sentia-se apreensiva com a rotina casa-hospital. O imunizante que recebeu é o da farmacêutica Pfizer.

A exemplo do que deve ocorrer em Santa Catarina a partir da próxima semana, a vacinação contra o coronavírus no Arkansas começou pelos profissionais de saúde. Agora, serão vacinados idosos residentes em instituições de longa permanência.

Mas nem todos estão buscando a imunização. Lá, como cá, vacinas e máscaras viraram cavalo de batalha política, com informações falsas circulando em redes sociais. Aos conterrâneos receosos em tomar a vacina em Blumenau (qualquer vacina), recomenda que busquem informações seguras, fornecidas por profissionais de saúde.

— Várias pessoas têm medo porque foi um processo muito rápido. O que normalmente leva muito tempo na criação de uma vacina é toda a parte burocrática, que foi facilitada devido à pandemia. Precisamos de uma vacina para podermos vencer essa guerra — analisa.

Conforme previsão do Ministério da Saúde a prefeitos, as primeiras doses da vacina devem chegar a Santa Catarina até quarta-feira (20). A prefeitura de Blumenau espera vacinar cerca de 70 mil pessoas dos grupos prioritários.

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