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Mudança na saúde

Pacientes psiquiátricos deixam de ser atendidos no Hospital Santo Antônio e vão para a Vila Itoupava

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Por Evandro de Assis
09/03/2021 - 10h02
No Hospital Misericórdia, pacientes terão espaço ao ar livre para atividades
No Hospital Misericórdia, pacientes terão espaço ao ar livre para atividades (Foto: Marcelo Martins, Divulgação)

Pacientes psiquiátricos que precisam de internação em Blumenau pelo Sistema Único de Saúde (SUS) deixaram de ser atendidos no Hospital Santo Antônio. A instituição referência na especialidade passa a ser o Hospital Misericórdia, na Vila Itoupava. A mudança vinha sendo costurada há cerca de três anos e começou a ser efetivada na semana passada. Na rede particular, a referência regional para a psiquiatria é o Hospital Santa Catarina.

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Casos emergenciais, como tentativas de suicídio ou autoagressões, continuarão sendo atendidos pelos hospitais Santo Antônio e Santa Isabel. Nas demais situações envolvendo transtornos mentais ou dependência química, por exemplo, os pacientes serão encaminhados ao Misericórdia. Na Vila Itoupava, as pessoas internadas terão maior espaço de convivência, inclusive área externa para atividades físicas e terapia ocupacional.

— Os pacientes precisam de um ambiente mais humanizado, com mais contato com a natureza. Se faz necessária essa mudança exclusivamente para que os pacientes tenham uma melhor qualidade de atendimento — avaliou a gerente geral do HSA, Izabel Cristina Casarin.

Os 10 leitos do Santo Antônio contavam apenas com uma varanda. Esse espaço será fechado, num primeiro momento, e depois reformado. Segundo a direção do HSA, ele pode dar lugar a leitos de enfermaria ou a uma ampliação da ala obstétrica, que deve passar por uma reforma assim que a pandemia de Covid-19 der uma trégua.

Questionada sobre uma eventual ampliação de leitos para coronavírus no espaço ora ocioso, a direção do Santo Antônio informou que os 10 leitos até podem receber pacientes de outras enfermidades, para desafogar a enfermaria Covid. Porém, a maior dificuldade do hospital na pandemia (e de todos os hospitais catarinenses hoje) é encontrar médicos, enfermeiros e fisioterapeutas para atuar nas unidades de tratamento intensivo.

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