O governo do Estado lançou licitação para contratar a empresa que vai supervisionar as obras em 12 dos 15 quilômetros do novo acesso a Blumenau. O passo burocrático renova as esperanças de que as máquinas não vão parar no fim do ano. Ao menos é um motivo para que se acredite nessa possibilidade.

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Até agora, as máquinas da empreiteira Cetenco estão trabalhando só nos primeiros três quilômetros do prolongamento da Via Expressa, perto da BR-470. Isso porque, dali em diante, estão pendentes etapas indispensáveis, como projetos, licenças e quem fará a supervisão. Sem falar nos 15 viadutos que ficaram de fora do contrato original e precisam ser licitados à parte.

Pelo cronograma atual, a Cetenco deve entregar os primeiros três quilômetros no fim de 2022, mas o inverno chuvoso pode esticar o prazo até o primeiro semestre do próximo ano. Em paralelo, segue a construção do viaduto da Rua Guilherme Scharf, que está atrasada. Da maneira como as coisas vinham caminhando, o risco de interromper (outra vez) os trabalhos em 2023 era real.

Nesse mar de problemas, o edital da supervisão serve de alento. O pregão eletrônico para escolher a empresa responsável segue aberto até o dia 24 de agosto. Ele prevê um custo máximo de R$ 6 milhões.

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A coluna questionou a Secretaria de Estado da Infraestrutura sobre as demais pendências do novo acesso, como viadutos, projetos e licenças, mas não recebeu resposta.

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