O Avaí teve a bola, com 54% de posse durante toda a partida e 59% no segundo tempo. E não teve muito mais do que isso na derrota para o Vitória por 3 x 0, em Salvador. Foi um time frágil no ataque e na defesa. Foi aquele time que praticou um futebol “bom bonzinho”, que não “machuca” o adversário e ainda facilita em algumas situações.

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Avaí perde para o Vitória e permanece a três pontos do Z-4 da Série B

Os erros do Avaí são filme repetido. O primeiro gol na cobrança de escanteio e a bola aérea que sempre incomoda a defesa azurra. Léo Gamalho subiu em projeção e com liberdade para marcar. O Leão fazia marcação individual e Jean Cléber tentava impedir Gamalho sem ser efetivo. É um problema recorrente, que cansa o torcedor e parece que não vai ter jeito na temporada.

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No segundo tempo, o outro problema, que não é novo, apareceu. O lado esquerdo da defesa do Avaí tem sérias deficiências de marcação. Cortez não dá conta da marcação e Natanael está ali pra ajudar e não ajuda. Foi o lance do segundo gol. O lateral Raylan se projeta da defesa, Natanael não acompanha, e Cortez está grudado na dupla de zagueiros do Avaí porque a bola veio virada da esquerda pra direita, e o resultado é que ninguém marca. Gol do Vitória – o segundo.

A derrota é incontestável. O Avaí fez uma partida ruim porque foi frágil. Os erros repetidos do Avaí prejudicam a caminha da equipe. Desse jogo não se tira muito pra evolução do time. Segue a tensão e a pressão na luta contra o rebaixamento.

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