Foi mais um vexame do Figueirense! Derrotado em casa pelo Marcílio Dias, o time está praticamente rebaixado à segunda divisão estadual. E esse “praticamente” é só uma precisão jornalística, porque a matemática ainda não fechou as contas do Figueirense. Mas o que o time mostra em campo e o que a projeção das duas últimas rodadas do “quadrangular da morte” apontam é que não tem mais volta.
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Os piores do Campeonato Catarinense 2026
A noite do Orlando Scarpelli foi de todos os horrores, com expulsão infantil e precoce, com gols perdidos, com pênalti desperdiçado, e com gol sofrido quase no minuto final. Foi uma crueldade com os torcedores que foram ao estádio e não aguentam mais aturar os vexames e as decepções do Figueirense a cada novo campeonato e temporada.
Confira imagens de Figueirense 0 x 1 Marcílio Dias
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O caminho é o de mais uma reformulação. Passando por grupo de jogadores, comissão técnica, departamento de futebol, e direção da SAF e do clube. Não há como sustentar. Márcio Zanardi chegou para ajudar e só atrapalhou, conseguindo piorar o que já estava ruim. O executivo Daniel Kaminski não tem mais nenhuma condição de seguir comandando o Departamento de Futebol alvinegro.
E com relação à direção alvinegra, da SAF ou da Associação, é preciso entender se ainda têm alguma condição de seguir a frente do projeto. O desgaste é grande. A pressão é gigantesca. Há projetos estruturais, de reformulação econômica, com possíveis investimentos, mas o que o Figueirense precisa é um choque no seu futebol. O Figueirense tem que voltar a gostar de futebol, de querer ganhar, de querer fazer futebol de verdade.
Um rebaixamento no Estadual não impacta tanto no financeiro, porque é um campeonato que já não é rentável. Mas o vexame impacta em tudo. Impacta no orgulho, na autoestima, na história, no ânimo, e tem que impactar também na falta de competência.
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