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Bisneto de Mandela sobe Morro da Mariquinha para conhecer projetos sociais

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Por Leo Coelho
28/05/2022 - 14h11 - Atualizada em: 30/05/2022 - 14h29
Lideranças da Mariquinha, do Cidades Invisíveis e equipe do MH Social (Carol Vizeu, Rodrigo de Assis Horn e Luisa Karam Follador)
Lideranças da Mariquinha, do Cidades Invisíveis e equipe do MH Social (Carol Vizeu, Rodrigo de Assis Horn e Luisa Karam Follador) (Foto: Divulgação)

Palestrante do Empreende Brazil Conference neste sábado e pela primeira vez no Brasil, Siyabulela Mandela aceitou convite do escritório Mosimann-Horn, que mantém um braço social chamado MH Social, e tem também um Comitê de Igualdade Racial, para um roteiro pelo Morro da Mariquinha e projetos sociais envolvendo instituições parceiras do escritório, como o Cidades Invisíveis, Associação de Amigos da Casa da Criança e do Adolescente do Morro do Mocotó, Centro Cultural Escrava Anastácia e Rede IVG, do padre Vilson Groh. O almoço foi no restaurante da Gi, com visão panorâmica pro Centro da Cidade, no alto da Mariquinha

Mandela e Padre Vilson Groh (de branco) com as crianças atendidas pela ACAM no Morro do Mocotó
Mandela e Padre Vilson Groh (de branco) com as crianças atendidas pela ACAM no Morro do Mocotó
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Acessível e ávido por conhecer programas sociais, Mandela almoçou peixe, pirão, farofa e feijão com lideranças comunitárias na Mariquinha, conversou com crianças, adolescentes e lideranças de projetos. Na subida para a Mariquinha, conduzido pelo líder comunitário Alex Correia, que foi contando a história do morro e do projeto Arte na Favela, encontrou o morador da comunidade e estudante da 7ª série do Instituto Estadual de Educação, Cláudio Souza, que por coincidência estudou sobre o bisavô de Siyabulela, Nelson Mandela, esta semana.

Rodrigo Horn, coordenador do MH Social, Cláudio, Mandela e Alex na galeria Arte na Favela
Rodrigo Horn, coordenador do MH Social, Cláudio, Mandela e Alex na galeria Arte na Favela
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Mandela também sambou, pediu para ouvir funk, que não conhecia, provou cachaça de maracujá e pediu uma caipirinha, que ele ama. O roteiro encerrou com uma conversa com adolescentes atendidos em programas de preparação para o mercado de trabalho no Centro Cultural Escrava Anastácia.

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Referência no segmento social e com vasta experiência no mercado, o jornalista traz informações relevantes e exclusivas sobre Florianópolis. Notícias de bastidores da sociedade, círculos de influência, curiosidades, frases e causos. Os olhos e ouvidos da NSC na Capital catarinense.

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