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    Profissionais do entretenimento fazem manifestação contra as novas restrições do setor em SC

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    Por Leo Coelho
    09/12/2020 - 16h35 - Atualizada em: 10/12/2020 - 11h20
    Equipes de bares, restaurantes e empresas foram liberadas para lutarem pacificamente pelo seu trabalho
    Equipes de bares, restaurantes e empresas foram liberadas para lutarem pacificamente pelo seu trabalho (Foto: Marcus Vinícius Glerian/divulgação)

    Uma manifestação pacífica contra as novas restrições ao entretenimento em Santa Catarina é organizada pela Apen (Associação dos Profissionais do Entretenimento) ocorreu na tarde desta quarta-feira (9). Cerca de 200 profissionais se reuniram na frente do Centro Sul e seguiram pela Beira-mar Norte até a Casa d’Agronômica, a residência oficial do Governador de Santa Catarina Carlos Moisés da Silva.

    O movimento ganhou força após a publicação do último decreto (Nº 970) no dia 4 de dezembro, que retrocedeu os horários de bares e restaurantes para a meia-noite com entrada do último cliente às 23h e o toque de recolher de madrugada, que proíbe a circulação e de aglomeração de pessoas em espaços, públicos e privados, e em vias públicas da meia-noite às 5h.

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    Os profissionais do entretenimento lutam pela flexibilização de normas e horários para que o setor volte a crescer. Os shows, por exemplo, não acontecem há 9 meses, deixando milhares de profissionais desempregados. A operação de um show e estabelecimentos envolve muitos trabalhadores que dependem somente desta fonte de renda.

    A manifestação pede que não haja restrições que prejudiquem o setor, pois o entretenimento precisa, aos poucos, voltar ao mercado e devolver o emprego de muitos profissionais. A briga é pelo direito de trabalhar e gerar empregos.

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    “O entretenimento, bares e restaurantes são os primeiros a sofrerem restrições com os decretos. Enquanto outros lugares estão mais cheios que os bares”, relata Thiago Martello, produtor de eventos, que está na linha de frente da manifestação junto com o presidente da Apen, Renato de Lima.

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