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Pobreza extrema

Miséria aumenta em Santa Catarina

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Por Loetz
11/10/2018 - 05h00 - Atualizada em: 11/10/2018 - 05h00
Pai dando comida ao filho. O Prato está quase vazio e eles estão em um ambiente externo.
(Foto: )

A miséria em Santa Catarina aumentou 0,3 ponto percentual, de 2014 a 2017, mostra estudo feito pela Tendências Consultoria. Mesmo assim, ainda é o Estado com menor pobreza extrema de todo o país: 1,8% das famílias.

O percentual era de 1,5% no ano anterior. Em 2014, era de 1,4%, mas em 2015 foi de apenas 0,8%. O trabalho considera que estão em pobreza extrema as famílias com renda per capita de no máximo R$ 85 por mês. Além de SC, outros 24 Estados pioraram. Apenas Tocantins e Paraíba tiveram redução no índice. Os piores resultados foram observados em Estados do Norte e Nordeste.

 

Inflação se acelera

A inflação de setembro se acelerou em todas as faixas de renda, tanto na comparação com agosto, quanto frente ao mesmo mês de 2017. É o que revela o indicador Ipea de inflação por faixa de renda.

A alta de preços nos grupos "alimentos e bebidas" e "habitação" produziu impacto maior na inflação das famílias mais pobres, com destaque para cereais (1,7%), panificados (0,9%), energia elétrica (0,46%) e aluguel (0,24%). A inflação do grupo "transportes" – em especial dos combustíveis (4,2%) e das passagens aéreas (16,8%) – pressionou todas as faixas de renda em setembro, mas, principalmente, as famílias de grande poder aquisitivo, dado o peso desses itens na cesta de consumo dessa classe.

O grupo "despesas pessoais", influenciado pelas altas nos serviços pessoais (0,42%), e recreação (0,3%) também impactaram mais intensamente a inflação das classes mais ricas.

No acumulado de 2018, a inflação para as famílias mais pobres atinge 3%. Para os segmentos de renda mais alta, chega a 3,6%. Nos últimos 12 meses, encerrados em setembro, as taxas de inflação apresentaram aceleração em todas as faixas.

 

Perda de R$ 1,5 bilhão

Social Summit
(Foto: )

Apenas 60% da renúncia fiscal anual no Brasil são efetivamente utilizados em projetos sociais. Isso significa que, a cada ano, perde-se R$ 1,56 bilhão. 

– É crucial inserir o tema desenvolvimento com sustentabilidade na agenda política no momento em que o Brasil passa por um processo político.

A fala é de Camila Aloi (foto), representante do Grupo de Institutos, Fundações e Empresas (Gife), uma associação de investidores sociais do Brasil, no Social Summit, evento que a Fiesc e a Fecomércio promoveram nesta quarta-feira em Jaraguá do Sul. 

O objetivo do encontro, que reuniu especialistas, empresas e profissionais que atuam na área de responsabilidade social e sustentabilidade, foi ampliar o debate sobre a participação de investidores em projetos com recursos de renúncia fiscal ou aplicações diretas do setor privado.

– É um tema que precisa ser discutido pela sociedade neste momento em que vivemos um período de fortalecimento da democracia. Foi a partir da abertura política que as organizações da sociedade civil tomaram corpo. 

 

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