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    Obras da BR-280 e 470 dependem de emendas parlamentares, diz ministro em reunião com empresários de Joinville

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    Loetz
    Por Loetz
    01/12/2020 - 13h05 - Atualizada em: 01/12/2020 - 13h09
    foto mostra rodovia com fila em direção às praias da região de Joinville
    BR-280 tem plano de duplicação de São Francisco do Sul a Jaraguá do Sul (Foto: Salmo Duarte/ Arquivo NSC)

    As obras de duplicação das BR-280, entre Jaraguá do Sul e São Francisco do Sul; e as da BR-470, no Vale do Itajaí, só vão deslanchar se a bancada parlamentar de Santa Catarina, no Congresso Nacional, conseguir emplacar recursos para estas finalidades, mediante aprovação de emendas parlamentares no orçamento da União. A fala é do ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas. 

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    Ele explicou, em live da Associação Empresarial de Joinville, que o orçamento da Pasta é limitado, não podendo atender as demandas. Reconheceu que o trecho da BR-280, entre São Francisco do Sul e a BR-101 (lote 1), está bem atrasado, com apenas 9% do total concluído.

    Em março de 2021 será feito o leilão de nove aeroportos (o chamado bloco Sul de privatização), incluindo os de Joinville e de Navegantes. Freitas acredita que haverá grande disputa entre operadores porque é o grupo de aeroportos mais atrativo, argumenta.

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    No dia 8 de dezembro, o Tribunal de Contas da União deverá provar a modelagem técnica para a concessão do aeroporto de Joinville. O ministro ainda disse que o projeto do contorno ferroviário de Joinville vai passar por revisão. Precisa de alteração do traçado no trecho do Itinga. E, por ser uma obra orçada em R$ 450 milhões, não será possível o governo bancar.

    Por isso, segundo o ministro, esta obra terá de ficar a cargo da concessionária que opera o ramal Sul, e será incorporada quando for feita a prorrogação do contrato. Este tópico estará na pauta da reunião do conselho que vai discutir assuntos da política de programa de participação e investimentos, o PPI, programado para esta quarta-feira, 2 de dezembro, em Brasília.

    Em 2021, o governo federal vai leiloar 52 ativos em todo o país, que, juntos, poderão somar R$ 100 bilhões em investimentos privados. O ministro está convicto de que os investidores estrangeiros voltarão a aplicar dinheiro no Brasil porque o país cumpre contratos e os blocos de leilões a serem oferecidos é bem diversificado. Inclui o porto de Santos, estradas do Paraná, aeroportos.

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