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Análise, opinião e notícias em primeira mão dos principais fatos cotidianos do Estado, especialmente da grande Florianópolis. Proximidade com o leitor e versatilidade em cada conteúdo.

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Nova corte do bloco Berbigão de Boca

Corte do bloco Berbigão de Boca, de Florianópolis, é definida

Por Martini

22/01/2018 - 14h50

Michelle Santos atual rainha da escola de samba Jardim das Palmeiras, de São José, também faturou a coroa no Berbigão do Boca, festa que abre tradicionalmente o Carnaval de Florianópolis. Michelle vai representar bloco junto com Kamilly Oliveira e Thaynara Freitas, princesas da corte do Boca.

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Crédito: Divulgação

A chapa ficou quente em Criciúma

Por Martini

22/01/2018 - 12h01

Esquentou de vez o clima em Criciúma por conta do reajuste do IPTU. A Câmara de Vereadores emitiu nota oficial no fim de semana contrapondo-se ao que classifica como notícia falsa que teria viralizado nas redes sociais. Tanto que o Legislativo pretende reunir-se hoje para discutir o aumento autorizado pelo Executivo no finalzinho de 2017 e à revelia do parlamento. A força da rede Com base em recentes pesquisas, o Instituto Mapa estima que 73% do eleitorado catarinense utiliza-se da internet diariamente. Quando se trata de acompanhar notícias sobre política e candidatos 57% afirma se valer também do  meio digital. E que 53% dos eleitores apontam que a internet vai influenciar na sua escolha de voto. Especulação à vista A transferência da gestão do Hercílio Luz, agora Floripa Airport, para os suíços e a perspectiva de desativação completa da Base Aérea já começam a refletir no valor dos terrenos à venda no Sul da Ilha. Já fala-se em aumento de até 30% no valor do metro quadrado na região. Leia mais notícias do colunista Rafael Martini

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Arcanjo em um resgate no litoral de SC

Helicópteros Arcanjos completam oito anos de atividades em Santa Catarina

Por Martini

22/01/2018 - 11h29

Os Arcanjos, aeronaves operadas em parceria da Secretaria de Estado da Saúde e Corpo de Bombeiros Militar, completaram sábado oito anos de operações em Santa Catarina. Os números não deixam dúvidas sobre a importância. Entre 20 de janeiro de 2010 e 20 de janeiro deste ano, foram 6.453 ocorrências, com 5.964 pessoas atendidas, totalizando 6.250 horas de voo no Estado.

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uber

Número de motoristas de aplicativo dobra em Florianópolis durante a temporada

Por Martini

20/01/2018 - 13h34

Há pouco mais de 15 meses, o transporte de passageiro por aplicativo chegava em Florianópolis cercado de polêmica. De um lado, taxistas partindo para agressões até físicas de alguns motoristas em nome da famosa reserva de mercado. Ou, como diria o manezinho: quando a farinha é pouca, meu pirão primeiro. Do outro, usuários afoitos por experimentar a tecnologia que prometia revolucionar a forma como as pessoas deslocam-se principalmente nas grandes cidades, com serviço de excelência a bordo e preços mais em conta no final da corrida. No meio disso, muita gente desempregada ou com necessidade de fazer um extra no orçamento da família disposta a rodar horas e horas à espera de um sinal no celular de chamada de passageiro. Para completar, um governo municipal sem referências jurídicas sobre como regulamentar o assunto e vereadores ultraliberais na Câmara colocando a boca no trombone contra qualquer tipo de taxação, como se o Deus Mercado tudo regulasse por conta. Corta para janeiro de 2018. Dados da prefeitura de Florianópolis, conforme a própria plataforma Uber, indicam que cerca de seis mil motoristas estariam trabalhando nesta temporada, oferecendo seus préstimos por meio do aplicativo, exatamente o dobro em comparação ao restante do ano. Como base para comparação, Florianópolis tem cerca de 500 táxis rodando.  Uma verdadeira invasão de gente de todo o país. Não é à toa que nos primeiros 15 dias do ano, Florianópolis conviveu com os maiores congestionamentos já vistos na história da Capital. Pegue milhares de pessoas rumando para as praias do Norte da Ilha, por exemplo, e adicione outras centenas de motoristas de aplicativo levando passageiros para os mesmos destinos, em rotas que eles nem sequer conhecem e está temperada a salada da confusão total. Os relatos da queda da qualidade dos serviços dos transporte por aplicativo cresceram exponencialmente nas redes sociais nesta temporada. E os preços, antes atrativos, dispararam. Uma viagem, por exemplo, entre Santo Antônio de Lisboa e o Centro, que custava, em média, R$ 21 fora da temporada, saltou para R$ 78 nos primeiros dias de 2018. As balas de goma, água gelada e carro impecável rarearam na pista. Resultado: desabou as estrelinhas de avaliação dos passageiros em relação a muitos motoristas. Nas locadoras, por exemplo, não existe mais carro para alugar para quem quer trabalhar com aplicativo. Serviço ainda sem fiscalização Para o presidente do Sindicato dos Táxis de Florianópolis, Irandi Oliveira, os taxistas enfrentam uma concorrência desleal. “Nós não somos contra a tecnologia e os avanços do mercado, o que não aceitamos é que um aplicativo opere sem nenhum tipo de fiscalização ou controle num setor tão sério como o do transporte de passageiros”, diz Oliveira, que compara a relação entre taxistas e aplicativo à disputa entre lojistas formais e camelôs. O chefe da Casa Civil, Filipe Mello, explica que a prefeitura de Florianópolis enviou projeto de lei à Câmara de Vereadores regulamentar a atividade do Uber em Florianópolis. Lembra que São Paulo, por exemplo, já adotou regras como a identificação do veículo com um adesivo no para brisa (veículo para transporte de passageiro por aplicativo). Além, é claro, da tarifação da receita obtida pela plataforma, que concentra 90% dos seus ganhos na capital paulista, já que as operações são feitas em larga escala por meio do cartão de crédito. “Nosso projeto para regulamentação do uber é até mesmo para seguir qualificando a prestação deste serviço, mas precisamos saber exatamente quem e quais são estes profissionais”, explica Mello. Para obter a licença em São Paulo, por exemplo, o motorista precisa fazer uma prova em que identifique pelo menos 70% das regiões da capital. Seria o ideal também para Floripa, até para evitar que motorista de aplicativo use o waze (outro app) para saber como se cruza da Ilha para o continente. É inegável que o Uber veio pra ficar e facilitou a vida de muita gente, mas como toda a novidade precisa passar por ajustes até o modelo considerado ideal. Há pouco mais de 15 meses, o transporte de passageiro por aplicativo chegava em Florianópolis cercado de polêmica. De um lado, taxistas partindo para agressões até físicas de alguns motoristas em nome da famosa reserva de mercado. Ou, como diria o manezinho: quando a farinha é pouca, meu pirão primeiro. Do outro, usuários afoitos por experimentar a tecnologia que prometia revolucionar a forma como as pessoas deslocam-se principalmente nas grandes cidades, com serviço de excelência a bordo e preços mais em conta no final da corrida. No meio disso, muita gente desempregada ou com necessidade de fazer um extra no orçamento da família disposta a rodar horas e horas à espera de um sinal no celular de chamada de passageiro. Para completar, um governo municipal sem referências jurídicas sobre como regulamentar o assunto e vereadores ultraliberais na Câmara colocando a boca no trombone contra qualquer tipo de taxação, como se o Deus Mercado tudo regulasse por conta. Corta para janeiro de 2018. Dados da prefeitura de Florianópolis, conforme a própria plataforma Uber, indicam que cerca de seis mil motoristas estariam trabalhando nesta temporada, oferecendo seus préstimos por meio do aplicativo, exatamente o dobro em comparação ao restante do ano. Como base para comparação, Florianópolis tem cerca de 500 táxis rodando.  Uma verdadeira invasão de gente de todo o país. Não é à toa que nos primeiros 15 dias do ano, Florianópolis conviveu com os maiores congestionamentos já vistos na história da Capital. Pegue milhares de pessoas rumando para as praias do Norte da Ilha, por exemplo, e adicione outras centenas de motoristas de aplicativo levando passageiros para os mesmos destinos, em rotas que eles nem sequer conhecem e está temperada a salada da confusão total. Os relatos da queda da qualidade dos serviços dos transporte por aplicativo cresceram exponencialmente nas redes sociais nesta temporada. E os preços, antes atrativos, dispararam. Uma viagem, por exemplo, entre Santo Antônio de Lisboa e o Centro, que custava, em média, R$ 21 fora da temporada, saltou para R$ 78 nos primeiros dias de 2018. As balas de goma, água gelada e carro impecável rarearam na pista. Resultado: desabou as estrelinhas de avaliação dos passageiros em relação a muitos motoristas. Nas locadoras, por exemplo, não existe mais carro para alugar para quem quer trabalhar com aplicativo. Para o presidente do Sindicato dos Táxis de Florianópolis, Irandi Oliveira, os taxistas enfrentam uma concorrência desleal. “Nós não somos contra a tecnologia e os avanços do mercado, o que não aceitamos é que um aplicativo opere sem nenhum tipo de fiscalização ou controle num setor tão sério como o do transporte de passageiros”, diz Oliveira, que compara a relação entre taxistas e aplicativo à disputa entre lojistas formais e camelôs. O chefe da Casa Civil, Filipe Mello, explica que a prefeitura de Florianópolis enviou projeto de lei à Câmara de Vereadores regulamentar a atividade do Uber em Florianópolis. Lembra que São Paulo, por exemplo, já adotou regras como a identificação do veículo com um adesivo no para brisa (veículo para transporte de passageiro por aplicativo). Além, é claro, da tarifação da receita obtida pela plataforma, que concentra 90% dos seus ganhos na capital paulista, já que as operações são feitas em larga escala por meio do cartão de crédito. “Nosso projeto para regulamentação do uber é até mesmo para seguir qualificando a prestação deste serviço, mas precisamos saber exatamente quem e quais são estes profissionais”, explica Mello. Para obter a licença em São Paulo, por exemplo, o motorista precisa fazer uma prova em que identifique pelo menos 70% das regiões da capital. Seria o ideal também para Floripa, até para evitar que motorista de aplicativo use o waze (outro app) para saber como se cruza da Ilha para o continente. É inegável que o Uber veio pra ficar e facilitou a vida de muita gente, mas como toda a novidade precisa passar por ajustes até o modelo considerado ideal. Confira todas as publicações de Rafael Martini Leia também: Nove desembargadores são candidatos para a vice-presidência do TRE-SC

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Sesc

Confira onde aproveitar as atividades do Sesc Verão no litoral de SC

Por Martini

19/01/2018 - 17h19

Turistas e moradores estão aproveitando as programações do Sesc Verão, em Canasvieiras, Pinheira, Enseada, Molhe Central, Mar Grosso e Meia Praia. Tem brincadeiras, oficinas, cinema na praia, teatro, shows e muito mais. Na foto, a intervenção cultural e apresentação do palhaço Pacacoenco na praia de Balneário Piçarras. E no fim de semana tem apresentações do espetáculo "La Conquista" em Meia Praia (19), Molhe Central (20) e Enseada (21), às 19h. CARONA NO NAVIO 

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Pomerode

Rota da Imigração tem 57 imóveis tombados

Por Martini

19/01/2018 - 13h35

Um total de 57 imóveis históricos e que integram o chamado Roteiro Nacional da Imigração em SC estão oficialmente tombados como patrimônios culturais do Estado. O ato de homologação foi assinado pelo governador Raimundo Colombo e publicado nesta semana pelo Diário Oficial do Estado. Os tombamentos foram propostos pela Fundação Catarinense de Cultura já no ano passado, sendo as edificações, na sua maioria casarios germânicos, localizadas em sete municípios das regiões Norte e Vale do Itajaí. Com essas novas inclusões, o número de imóveis tombados em Santa Catarina chega a 350, um acréscimo de 20%. Caberá à FCC adotar algumas medidas, como a inscrição das edificações no Livro do Tombo e notificar oficialmente os proprietários, as prefeituras envolvidas, o Ministério Público estadual, o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional em Santa Catarina (Iphan/SC) e os cartórios – estes terão que fazer a averbação dos tombamentos nas escrituras originais. Joinville lidera a lista com o maior número de bens tombados, totalizando 17, seguida por Indaial (10), São Bento do Sul (8), Jaraguá do Sul (6), Timbó (6), Blumenau (5) e Pomerode (5). Os 57 imóveis recém-tombados estavam em processo de tombamento desde 2007 –  a fundação agora tem de acompanhar e fiscalizar estes casarios. – Trata-se de um trabalho contínuo em conhecer e diagnosticar a situação do patrimônio material já diagnosticado pelo Estado, como também estabelecer medidas mais efetivas de preservação –, destaca o presidente da FCC, Rodolfo Joaquim Pinto da Luz. Leia todas as publicações de Rafael Martini Leia também: Mutirão vai retirar a lama da Apae em Florianópolis Arte pela memória de Marcondes Namblá

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TRE

Nove desembargadores são candidatos para a vice-presidência do TRE-SC

Por Martini

19/01/2018 - 00h19

Nove desembargadores do Tribunal de Justiça de SC se candidataram à vaga de vice-presidente do Tribunal Regional Eleitoral (TRE). A cadeira está vaga desde a renúncia do também desembargador Marcus Tulio Sartorato, em 7 de dezembro, menos de 24 horas após ser eleito para o cargo. Segundo um experiente magistrado, chama a atenção o número de inscritos ao cargo, cerca de 10% dos magistrados da mais alta corte do Judiciário catarinense. A eleição ocorrerá no início de fevereiro, assim como a posse do presidente eleito do TJ, desembargador Rodrigo Collaço. INVASÃO DO UBER Prefeitura de Florianópolis estima que cerca de 6 mil motoristas do aplicativo Uber estão trabalhando nas ruas de Florianópolis nesta temporada, mais que o dobro de carros durante os outros meses do ano. Muitos não conhecem praticamente nada na cidade e se guiam somente com a ajuda de outros aplicativos. Resultado: a qualidade do serviço desabou e os preços dispararam, prova de que o Deus Mercado nem sempre consegue ser onipresente. Confira os detalhes desta invasão de uber em Florianópolis no caderno Ponto a Ponto da superedição deste fim de semana. ESTAÇÃO JUVENTUDE Foi publicado no Diário Oficial da União o extrato do convênio para implantação do Programa Estação Juventude 2.0 celebrado entre a Secretaria Nacional de Juventude e a prefeitura de Florianópolis. Pela primeira vez um município de Santa Catarina é aprovado neste programa do governo federal. Foram mais de 400 projetos de todo o país enviados e apenas 15 foram aprovados, entre eles Florianópolis. O espaço abrigará oficinas de cultura, esporte, empreendedorismo e inclusão digital para jovens de 15 a 29 anos na Tapera. QUEM NÃO SE COMUNICA.... Não será por falta de comunicação que um turista estrangeiro deixará de curtir a balada em um dos beach clubs de Jurerê Internacional. Logo na sua fachada, o P12 exibe a palavra bem-vindo em oito idiomas: inglês, espanhol, francês, havaiano, holandês, alemão, dinamarquês e até turco. TRANSPARÊNCIA Banco do Brasil e Fazenda renovaram acordo que garante abertura automática de contas de convênios firmados pelo Estado com municípios, entidades sem fins lucrativos, pesquisadores e atletas apoiados com recursos públicos. Além das contas serem isentas de tarifas de manutenção, o procedimento garante maior transparência já que o destinatário final do recurso é identificado no extrato da conta. Em alguns Estados, as transações ainda são feitas por cheques, prejudicando o controle. Em Santa Catarina, todas as transações financeiras podem ser acessadas via Portal SCtransferências. Leia todas as publicações de Rafael Martini Leia também: Mutirão vai retirar a lama da Apae em Florianópolis Arte pela memória de Marcondes Namblá

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Eleição da rainha do Berbigão do Boca ocorre nesta quinta-feira no Mercado Público

Por Martini

18/01/2018 - 17h46

O esquenta para o Carnaval de Floripa está garantido em 2018. O Berbigão do Boca, tradicional bloco da Capital, é a boa pedida para o dia 2 de fevereiro, a sexta-feira que antecede a folia. A edição é apoiada pela NSC Comunicação e inclui diversas atrações, como desfiles, apresentações artísticas e festival gastronômico. A eleição da rainha do bloco ocorre já nesta quinta-feira, a partir das 20h, no vão central do Mercado Público. XEQUE-MATE Florianópolis realiza pelo terceiro ano consecutivo o maior torneio de xadrez do Brasil. O 4º Floripa Chess Open 2018 tem início amanhã, no salão Ônix do Lira Tênis Clube. São 411 jogadores de 15 países, e 25 Estados brasileiros, que farão 10 partidas cada ao longo de seis dias, disputando um prêmio de R$ 30 mil. Entre as presenças destacadas a do atual campeão brasileiro Everaldo Matsuura; dos dois mais recentes grandes mestres brasileiros, os jovens Yago Santiago e Luis Paulo Supi; do tricampeão continental e atual campeão mundial sênior, Julio Ernesto Granda, do Peru; e do atual campeão do torneio, o paraguaio Axel Bachmann. Os jogos acontecerão de manhã e à tarde até dia 25 de janeiro no Lira, que já é a grande casa de espetáculos do xadrez brasileiro. A visitação do torneio é aberta, mas os celulares devem ficar silenciosos.  FOLGADA A Justiça do Trabalho de SC não aliviou com uma trabalhadora de Jaraguá do Sul que rasurou o próprio atestado médico para ganhar um dia a mais de afastamento e, com isso, "enforcar" uma sexta-feira. Desconfiada de uma emenda na data do documento, a empresa entrou em contato com a médica e conseguiu comprovar a falcatrua da trabalhadora, que acabou sendo dispensada por justa causa. A ex-empregada ainda tentou reverter a situação em uma ação judicial, mas perdeu nas duas instâncias. Leia todas as publicações de Martini Leia também: O que falta para a Fatma liberar a licença do presídio em Biguaçu Polícia Federal pretende implantar "pré-imigração eletrônica" para a próxima temporada Após tragédia, a vez da solidariedade

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Arte pela memória de Marcondes Namblá

Por Martini

18/01/2018 - 13h24

A trágica morte do professor indígena Marcondes Namblá, assassinado no início do ano em Penha, também repercutirá nas paredes do Museu de Arte de Santa Catarina. A convite do museu, a artista plástica Mônica Nador ocupará o espaço Claraboia a partir do dia 7 de fevereiro com o projeto Namblá Xokleng, e que consistirá em uma intervenção por meio de estêncil com grafismos indígenas. ENQUANTO ISSO... O título do projeto é uma referência direta a Marcondes, que residia na Terra Ibirama-La Klãnõ, em José Boiteux, e morreu na madrugada do dia 1º de janeiro após ser brutalmente espancado na rua. O caso mobilizou Mônica e seu grupo Jardim Miriam Arte Clube a imprimirem esse protesto nas paredes e na agenda do próprio Masc, que neste ano completará 70 anos de criação. A partir da abertura no próximo dia 7, o público poderá visitar o projeto gratuitamente. PRIMEIROS SEMÁFOROS Foram instalados os primeiros novos equipamentos de semáforos no Centro de Florianópolis. A Brascontrol Indústria e Comércio, empresa vencedora da licitação da prefeitura, está fornecendo 30 aparelhos. Com a mudança, os equipamentos nas áreas de maior fluxo seguirão o "tempo real", que verifica a situação do trânsito 24 horas/dia, por sensores, e consegue otimizar o fluxo, variando o período de sinais abertos e fechados. Essa tecnologia de gestão de semáforos é considerada uma das mais modernas do mundo e seu desenvolvimento foi feito em parceria com a UFSC. PASSEIO NAS ALTURAS O Shopping Iguatemi Florianópolis embarcou na onda da realidade virtual e está fazendo sucesso nesse verão com um equipamento que permite fazer um passeio virtual de asa delta e apreciar paisagens paradisíacas. A brincadeira, gratuita, dura três minutos e é garantia de diversão. De quebra, quem faz o passeio ainda leva um brinde surpresa para casa. Leia todas as publicações de Martini Leia também: O que falta para a Fatma liberar a licença do presídio em Biguaçu Polícia Federal pretende implantar "pré-imigração eletrônica" para a próxima temporada Após tragédia, a vez da solidariedade

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Mutirão vai retirar a lama da Apae em Florianópolis

Por Martini

18/01/2018 - 08h56

A sede da Apae, no bairro Itacorubi, em Florianópolis, ainda sente os efeitos da chuvarada da semana passada. Como os 620 alunos retornam às atividades no próximo dia 23, uma verdadeira operação de guerra foi montada para dar conta da limpeza e recuperação das salas que foram tomadas pela lama. Dezenas de voluntários devem participar nesta quinta-feira do mutirão para deixar a estrutura em toda em dia. A direção da associação contou com doações, além de material de limpeza, de alimentos para garantir o almoço e lanche da turma empenhada em recuperar o local.   ALIÁS A principal demanda no momento é por especialistas em rede elétrica e hidráulica para fazer uma análise das condições da edificação após toda a chuvarada. O temor é de que possa ter afetado a área estrutural. Leia todas as publicações de Martini Leia também: O que falta para a Fatma liberar a licença do presídio em Biguaçu Polícia Federal pretende implantar "pré-imigração eletrônica" para a próxima temporada Após tragédia, a vez da solidariedade

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