Santa Catarina foi novamente castigado com as chuvas que assolaram muitas cidades, em todas as regiões. Muitos municípios ficaram em situação de emergência e, lamentavelmente, pessoas perderam a vida. Para todos os estragos materiais dá-se um jeito, recupera-se ou reconstrói-se, mas a perda de vidas não.

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Cabe então destacar e valorizar o trabalho árduo e persistente dos órgãos e dos profissionais que agiram, antecipadamente, com base em estudos e análise de dados, levando o Estado, sob o comando do governador, a agir de forma preventiva. Isso minimizou, e muito, os danos que poderiam ser ainda maiores e, pior de tudo, mais vidas ceifadas pela não prevenção.

É sempre importante o poder público (aqui incluídos municípios, estados e país) ter estruturas e órgãos de apoio para atendimento imediato aos que foram, de alguma forma, atingidos. Porém, é ainda mais relevante a atuação prévia, antes que os danos aconteçam, ou então, de forma a minimizar os impactos, quando não temos como evitá-los, como foi o caso das recentes cheias e alagamentos.

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Já aponta uma canção de Roberto Carlos que, quanto a natureza mostra toda a sua fúria “contra a força de Deus não existe defesa”, independentemente de por qual fenômeno essa força se materialize.

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