Uma das atrações mais icônicas do Beto Carrero fechou temporariamente neste mês de junho, mas por um bom motivo. A Fire Whip, montanha-russa radical que faz parte do parque há quase 20 anos, vai passar por uma ampla reforma, com investimento de R$ 24 milhões.

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Será um “retrofit inédito” que levará a Fire Whip para a “maior transformação de sua história”, promete o Beto Carrero. A maior mudança será no percurso de 502 metros, percorrido em cerca de um minuto e meio, que tornará a viagem mais suave e confortável, anunciou o parque.

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Todos os 740 metros de trilhos da atração serão renovados. A velocidade – que chega a atingir 80 km/h –, as inversões e a sensação de adrenalina que provocam o frio na barriga continuarão as mesmas, garante o Beto Carrero.

— A Fire Whip continuará sendo a montanha-russa radical que todos conhecem, mas agora com um percurso sem bater tanto, muito mais suave, confortável e fluido. Temos certeza de que quem já andou vai sentir a diferença logo na primeira volta — diz Dirceu Herkenhoff, diretor de Operações do Beto Carrero World.

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Ao todo, serão instaladas 194 toneladas de novos equipamentos. Nos bastidores, a Fire Whip também ganhará novos sistemas tecnológicos, incluindo freios magnéticos e uma moderna plataforma de automação desenvolvida na Holanda.

Os trabalhos vão mobilizar uma equipe de 140 pessoas. Após as mudanças, serão feitas mais 160 horas de testes e simulações. A estimativa do parque é que a atração volte a rodar em setembro.

Inaugurada em 2008, a Fire Whip e foi a última montanha-russa adquirida por Sergio Murad, o Beto Carrero, fundador do parque – que faleceu naquele ano. A atração tem capacidade para transportar simultaneamente até 40 pessoas.

Veja fotos da história do Beto Carrero

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