Qual é a marca de Blumenau? Um novo projeto vai tentar, enfim, responder a esta pergunta. Prefeitura e Furb estão unindo forças para desenvolver uma identidade, visual e institucional, que represente a cidade e ajude a vendê-la como destino de turismo, lazer e negócios.
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A ideia surge sob a sombra de iniciativas semelhantes no passado recente que, além de fracassarem, foram mal recebidas. Três anos atrás, prefeitura e Sebrae apresentaram uma proposta que acabou recebendo uma enxurrada de críticas, principalmente por não ter deixado clara a identidade da cidade.
Na época, houve a aposta de que a reação negativa seria dissipada com o tempo. Mas a ideia acabou não vingando e morreu no fundo de alguma gaveta.
Para não errar de novo, a estratégia desta vez será diferente. Além de envolver entidades para tentar entender como o blumenauense enxerga a cidade, Furb e prefeitura vão às ruas – e à internet – ouvir o que o povo pensa.
Uma primeira etapa da pesquisa, quantitativa, vai aplicar um questionário com cerca de 1.100 moradores em todos os bairros. A coleta será feita de forma presencial e digital entre abril e maio, avaliando diferentes conceitos de marca.
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Em uma segunda fase, qualitativa, serão promovidos grupos focais com lideranças, representantes de entidades e membros da comunidade. Neste caso a ideia é aprofundar percepções, significados e narrativas do que surgir da etapa anterior.
Tudo deve ser registrado no site furb.br/blumenauquemarca, que acompanhará o desenrolar do projeto. A estimativa da secretaria de Comunicação é que os estudos finalizem em junho e em julho a nova marca já esteja lançada.
Como 175 anos de história, Blumenau sabe o que é e o que representa. O desafio é traduzir isso em um logotipo simples e direto, sem muita filosofia, que comunique com clareza essa identidade – quando o conceito por trás exige muita explicação, o risco de fracasso é maior.
Não há muito mistério: a logo precisa também precisa ser bonita porque a população e o turista precisam gostar do que vão ver. Sem engajamento positivo, afinal, uma marca corre risco de não sobreviver.
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