A Cooper manteve em 2025 o bom ritmo de crescimento dos últimos anos. A receita bruta da cooperativa atingiu R$ 2,1 bilhões, com alta de 17,3% na comparação com 2024. A partir da próxima terça-feira (31), os cooperadores já vão poder começar a colher os frutos desse resultado. Nesta data, sobras de cerca de 18 milhões estarão disponíveis como crédito em compras na rede de lojas. Outros R$ 4,3 milhões serão distribuídos como juros ao capital, totalizando um retorno aproximado de R$ 22,5 bilhões.
Continua depois da publicidade
A diretoria executiva da Cooper também já começou a desenhar o planejamento estratégico dos próximos cinco anos. Para 2026, o investimento previsto até o momento é de R$ 50 milhões, adiantou à coluna o presidente Osnildo Maçaneiro. Mas o valor ainda por aumentar. Parte deste aporte será destinado à construção de uma nova loja no bairro Tribess, a décima somente em Blumenau, cuja previsão de inauguração é para o segundo semestre. Será uma unidade da bandeira Super, com quase 2 mil metros quadrados de área construída.
A cooperativa também prepara, para este ano, investimentos em revitalizações de lojas que já operam. Uma das unidades mapeadas é a da Omino, também em Blumenau. Lá o estacionamento será coberto e haverá melhorias em alguns setores, como a padaria. Nas lojas dos bairros Vila Nova e Itoupava Norte, estão previstas a instalação de cafeterias, um pedido, segundo Maçaneiro, dos cooperados.
A unidade da Vila Nova, aliás, deve aumentar de tamanho no futuro. A Cooper já iniciou os estudos. E também deve começar a desenvolver em 2026 o projeto para uma nova loja em Gaspar, no terreno adquirido em leilão da antiga Metalúrgica Turbina. Segundo Maçaneiro, ainda não há prazo para o início das obras.
As melhorias também vão abarcar operações da Cooper na região Norte. A cooperativa projeta investimentos nas áreas de padaria e hortifruti de uma loja em Joinville, adquirida do antigo Supermercado Rodrigues em 2024, e também na unidade Cooper Fresh em Jaraguá do Sul.
Continua depois da publicidade
Em outra frente de expansão, a Cooper tem conversas em curso para comprar um imóvel em uma cidade do Vale do Itajaí onde a cooperativa ainda não está presente – as praças com lojas atualmente são Blumenau, Indaial, Gaspar, Rodeio, Timbó e Ibirama. A negociação nesse município ainda inédito é mantida sob sigilo, mas há expectativa de um desfecho favorável ao longo do ano.
Segundo Maçaneiro, a cooperativa também quer avançar com novos serviços digitais para atender a base de 400 mil cooperados. Internamente, já está sendo avaliada uma nova plataforma de e-commerce, com navegação mais dinâmica e ágil.
Quais as maiores empresas do varejo de SC
Ranking no “Top 300” do varejo brasileiro, segundo o Instituto Retail Think Tank
Continua depois da publicidade


















