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    Coronavírus: entidades de SC pedem liberação de setores ligados ao comércio e serviços

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    Por Pedro Machado
    24/03/2020 - 08h46 - Atualizada em: 24/03/2020 - 08h49
    Oficina mecânica
    Foto: Salmo Duarte, BD

    Entidades representativas encaminharam um documento ao governo de Santa Catarina solicitando a liberação de algumas atividades ligadas ao comércio e à prestação de serviços. A lista inclui mecânicas, borracharias e auto-centers, lojas de auto-peças e materiais de construção, lavanderias, prestação de serviços de limpeza, conservação, reparos residenciais e condominiais e atividades imobiliárias.

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    O ofício, enviado às secretarias da Fazenda, Administração e Defesa Civil, é assinado pela Federação das Associações Empresariais de Santa Catarina (Facisc) em conjunto com a Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas (FCDL-SC) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (Fecomércio-SC). A liberação desses segmentos ficaria condicionada ao atendimento de recomendações a serem definidas por autoridades de saúde e pela Vigilância Sanitária.

    As entidades também sugerem o controle de acesso de pessoas com mais de 60 anos, um dos principais grupos de risco do novo coronavírus, aos estabelecimentos comerciais. E pede mais segurança para o varejo que continua funcionando com comércio eletrônico e delivery, com a manutenção de um contingente mínimo de funcionários para a gestão de estoques e pedidos, atendendo às restrições de saúde.

    Outro ponto defendido é a autorização de hospedagem para vendedores e entregadores que trabalham na distribuição de produtos essenciais, o que na visão das entidades garantiria o abastecimento da cadeia logística em pontos mais remotos. O decreto de isolamento do governo do Estado, publicado na semana passada e que será renovado por mais sete dias, impede, por exemplo, hotéis de receberem novos hóspedes.

    O grupo considera ser importante que “seja reavaliada diariamente a possibilidade de abertura de outros setores, de maneira gradativa, para uma retomada mais acelerada das atividades”. Facisc, FCDL-SC e Fecomércio acrescentam ainda que isso “possibilita a retomada das atividades, manutenção das empresas, dos empregos e da arrecadação estadual, bem como o atendimento as necessidades da população garantindo a segurança necessária para conter o contágio do Covid-19 no território catarinense”.

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