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    CONCESSÕES PÚBLICAS

    Dono da cafeteria Benkendorff Kaffee vence concessão da Praça Dr. Blumenau

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    Por Pedro Machado
    18/12/2020 - 14h15 - Atualizada em: 18/12/2020 - 14h17
    Praça Dr. Blumenau
    Futuro administrador do espaço terá de construir quiosque de alimentação (Foto: Gilmar de Souza, BD)

    A Praça Dr. Blumenau, na Rua XV de Novembro, já tem um novo administrador definido. A Dr. Blumenau Kaffee venceu a licitação lançada pela prefeitura que prevê a concessão do espaço à iniciativa privada por um período de 10 anos, renováveis por mais uma década. A empresa vai pagar um aluguel mensal de R$ 3,5 mil ao município – R$ 200 a mais do que o mínimo previsto em edital. Mas como terá de fazer reformas no local e construir um ponto de alimentação, este valor será abatido dos investimentos.

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    A Dr. Blumenau Kaffe pertence ao mesmo dono do Benkendorff Kaffee, cafeteria conhecida na cidade. O empresário Jonathan Benkendorff criou uma nova empresa especialmente para participar da concorrência. Ele diz, no entanto, que a ideia não é implantar uma filial do negócio na praça. A proposta é transformá-la em uma espécie de biergarten, com playground para crianças e área destinada a animais de estimação.

    No quiosque que será construído, o público terá à disposição, sim, alguns itens comuns da cafeteria, mas chope, petiscos e opções de carnes também devem estar no cardápio, que ainda será definido. Além de erguer um ponto de alimentação, o concessionário também poderá vender souvenires no local e precisará reformar o palco de eventos, a parede de mosaico e os banheiros públicos da praça, além de ficar responsável pela manutenção.

    O espaço tem prazo até 31 de dezembro de 2021 para entrar em operação. Na licitação, que teve as propostas conhecidas nesta sexta-feira (18), a Dr. Blumenau Kaffee venceu a concorrência contra a Insight Engenharia e Consultoria. A empresa, que tem como sócios os ex-vereadores Fabio Fiedler e Robinho Soares, não foi habilitada na disputa pela prefeitura, que alegou que ela tinha “objeto social alheio ao intuito principal da licitação, que é a concessão comercial de atividades alimentícias”. A Insight recorreu, mas teve recurso negado.

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