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O que a Turma da Mônica ensina na construção de uma marca de sucesso

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Por Pedro Machado
23/05/2019 - 16h35 - Atualizada em: 24/05/2019 - 00h14
Bruno Honda (E) e Rodrigo Paiva (D) falaram sobre economia criativa em evento em Blumenau (Foto: Samuel de Oliveira, Divulgação)

Como a Turma da Mônica consegue atravessar gerações mantendo o sucesso? Uma das possíveis respostas está na contemporaneidade dos personagens que ilustram tirinhas de jornais e histórias em quadrinhos desde o final dos anos 1950.

— Você encontra a sua realidade no dia a dia dos personagens e nas histórias — avalia Rodrigo Paiva, diretor de licenciamento da Maurício de Sousa Produções, que participou na quarta-feira em Blumenau de um evento promovido pelo movimento SC Criativa.

Dentro do grupo, o processo de criação é contínuo e, acima de tudo, atento. O que está em alta no noticiário ou em evidência nas redes sociais, por exemplo, vira fonte de inspiração para as histórias, com a moderação necessária para, em tempos de polarização nos discursos, minimizar o risco de desavenças.

Estabelecer essa relação de proximidade com o público, que passa a se identificar com a marca, talvez tenha sido a principal mensagem deixada por Paiva e Bruno Honda Leite, responsável pelo design da Maurício de Sousa Produções, na passagem pela cidade – e certamente uma lição a ser estudada por todos aqueles que desejam construir uma marca de sucesso.

A Turma da Monica responde hoje por 89% do mercado de histórias em quadrinhos do Brasil. São mais de 1,2 bilhão de revistas já vendidas e 10 milhões de leitores por mês. No mercado de produtos licenciados, movimenta entre R$ 5 bilhões e R$ 6 bilhões, segundo Paiva.

Exemplo

Para Honda, a iniciativa local de juntar entusiastas da economia criativa, em busca de fortalecimento do setor, deve ser louvada. Prova que esse tipo de movimento não precisa – e nem deve – ficar restrito aos grandes centros.

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