O prédio da antiga Sulfabril na Rua Itajaí deve ir a novo leilão ainda em 2018. Depois de anular, em novembro do ano passado, a venda do patrimônio da massa falida da tradicional empresa têxtil por falta de pagamento das parcelas – a arrematante já deixou o local –, a Justiça determinou uma nova avaliação dos bens.
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Os trabalhados estão adiantados. Falta quantificar o valor da marca homônima, uma análise que é mais delicada por envolver uma diversidade de fatores, diz a juíza Quitéria Tamanini Vieira Peres, responsável pelo caso. A vontade da magistrada é que o leilão ocorra no final de novembro, já superado o período de eleições, mas ainda não há como cravar uma data.
Os bens serão divididos em lotes, e não mais em um único pacote, como da vez anterior. Um deles contemplará o conjunto de imóveis da Rua Itajaí – exceção feita ao prédio da antiga associação desportiva da empresa, alvo de outro processo. Em outro estará a marca Sulfabril.
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A divisão deve atrair mais lances, já que há interessados apenas na grife. Além disso, o antigo parque fabril fica em região nobre da cidade e pode chamar a atenção de investidores de outras áreas que não a têxtil.
O sucesso do leilão é um dos pré-requisitos fundamentais para que a massa falida gere novas receitas. A Sulfabril teve a falência decretada em 1999 e até hoje há funcionários que ainda não receberam tudo a que têm direito.
