Em passagem por Blumenau na manhã desta sexta-feira (13), onde assinou a ordem de serviço para a retomada das obras do primeiro trecho do prolongamento da Via Expressa, o governador Jorginho Mello (PL) foi questionado por jornalistas sobre a crise no PSD envolvendo a candidatura ao governo do Estado do prefeito de Chapecó, João Rodrigues (PSD), tido como principal ameaça ao projeto de reeleição. Saindo pela tangente, Jorginho evitou entrar no mérito do atrito:
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— Cada partido sabe o que vai fazer, quem vai ser candidato. Estou cuidando da minha vida — disse.
Jorginho também reforçou que a chapa está definida, com o prefeito de Joinville, Adriano Silva (Novo), como vice e Carol de Toni (PL) e Carlos Bolsonaro (PL) como os escolhidos para a disputa ao Senado. O governador avaliou ainda que seria “natural” que partidos como PP e MDB estejam no projeto por ocuparem espaços importantes no governo. As duas siglas ainda discutem os rumos da campanha.
— Quanto ao PSD, eu não tenho nada a comentar, de forma respeitosa. É problema deles. Eu procuro eliminar as dificuldades do PL, que já faço muito — acrescentou.
Nesta sexta, Rodrigues confirmou a pré-candidatura ao governo após o ex-governador e liderança do partido Jorge Bornhausen ter dito que ele não seria mais candidato. A queda de braço deve culminar com a expulsão do prefeito de Florianópolis, Topázio Neto, aliado de Jorginho, do PSD, anunciou o presidente estadual da sigla, Eron Giordini.
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