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    A região metropolitana da Grande Florianópolis é ficção científica

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    Por Renato Igor
    27/06/2020 - 08h20 - Atualizada em: 27/06/2020 - 08h31
    Falta de integração da Grande Florianópolis (Foto: Diorgenes Pandini/ NSC)
    Falta de integração da Grande Florianópolis (Foto: Diorgenes Pandini/ NSC)

    A Região Metropolitana da Grande Florianópolis não existe. Nunca existiu. O conceito de região metropolitana é fazer com que se tenha governança, integração, co-gestão em áreas de interesse comum, como recolhimento de lixo, mobilidade urbana, transporte coletivo e saúde, por exemplo. No Brasil, entretanto, virou apenas uma ferramenta para obtenção de recursos para financiar projetos que, muitas vezes, nem saem do papel. E, claro,  dar cargos para burocratas e correligionários. 

    É algo absolutamente improdutivo. 

    O que se viu na última semana por aqui nas regras de flexibilização foi o exemplo da desgovernança regional e desintegração. Os prefeitos, sem unidade, tomando decisões de forma isolada. 

    É verdade que há a autonomia administrativa e precisa ser respeitada. 

    Mas trata-se de uma região conurbada de mais de 1 milhão de habitantes com um dinamismo de fluxo contínuo entre os habitantes de Florianópolis, São José, Biguaçu e Palhoça, tornando o espaço público quase uma coisa só.

    >São José, Palhoça e Biguaçu têm novas restrições contra o coronavírus; entenda as regras

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