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    Política

    A relação do impeachment com a Operação Alcatraz

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    Renato
    Por Renato Igor
    29/08/2020 - 14h44
    Operação Alcatraz foi deflagrada em 30 de maio de 2019
    Operação Alcatraz foi deflagrada em 30 de maio de 2019 (Foto: Tiago Ghizoni, Diário Catarinense, arquivo)

    Nos bastidores do governo, seus representantes falam, em tom de consternação, que a administração atual tem conseguido gerar economia aos cofres públicos com inúmeros contratos suspensos, não renovados e rescindidos. Alguns destes contratos são com empresas investigadas na Operação Alcatraz, que apura uma suposta organização criminosa  que atuava dentro da Secretaria de Administração e outros órgãos do governo  em gestões anteriores. “Se houver o impeachment, essa turma volta”, diz uma fonte do Centro Administrativo. A economia gerada com os novos contratos, diz a fonte, supera em muitos milhões os R$ 33 milhões gastos na desastrosa compra dos 200 respiradores.

    >O Moisés da campanha não correria risco de impeachment

    Nos três leilões concluídos na última sexta-feira (27), referentes a quatro penitenciárias, a economia gerada será de R$ 50 milhões/ ano. Estes contratos de cogestão do sistema prisional deram origem à Operação Alcatraz. O nome não é por acaso.

    Economia

    O primeiro ano da gestão Moisés teve as contas aprovadas e com o menor número de ressalvas dos últimos no TCE. A dívida da saúde, antes da pandemia, que era de mais de R$ 600 milhões foi zerada. Mas, para azar de Moisés, isso tem menos impacto e visibilidade menor do que a compra dos respiradores. Os fatos importam menos do que a percepção das pessoas.

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