Árabes reclamam da falta de previsibilidade tarifária no Brasil 

Executivo do Porto disse que o setor comercial precisa de estabilidade

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Reunião no Porto de Dubai (Foto: Renato Igor)

Os árabes repetiram o que os empresários e empreendedores brasileiros já reclamam há tempo no país. No segundo dia da missão catarinense liderada pelo governador Jorginho Mello aos Emirados Árabes Unidos, O chefe do escritório de operações globais da DP World, a companhia de logística que opera o Porto de Dubai, Tiemen Meester, reclamou do excesso de burocracia e regulamentação e também da Agência Nacional de Transporte Aquaviário (Antaq).

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 — O setor comercial precisa de estabilidade e a questão tarifária brasileira, com Antaq e tal, causa instabilidade — disse Meester.

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O executivo disse, mesmo assim, que quer investir no Porto de Itajaí. Não como no atual contrato de dois anos, mas na próxima concessão em contrato de 30 anos para investir pesado em obras necessárias para ampliar a competitividade do porto. 

A DP World já atua em Santos. O Porto de Dubai é o maior do Oriente Médio e o 9º do mundo. 

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