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    Bombeiros colocam guarda-vidas após morte de banhista e estudo irá medir impacto da dragagem em Canasvieiras

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    Por Renato Igor
    25/12/2019 - 21h03 - Atualizada em: 26/12/2019 - 10h16
    Estrutura provisória, tipo esta da Joaquina,  vai reforçar segurança dos banhistas no local da dragagem em Canasvieiras ( Foto: Alan Pedro, b.d. 04/01/2011)
    Estrutura provisória, tipo esta da Joaquina, vai reforçar segurança dos banhistas no local da dragagem em Canasvieiras ( Foto: Alan Pedro, b.d. 04/01/2011)

    A segurança dos banhistas foi reforçada no local em Canasvieiras em que está ocorrendo a dragagem para o alargamento da faixa de areia. Na terça-feira (24) um homem morreu afogado. O local, até a morte do banhista, estava desprotegido de posto salva-vidas. Após a morte do turista gaúcho Anderson Francisco de Souza Martin, 51 anos, o comando dos bombeiros determinou o reforço na proteção aos banhistas, o que ocorreu no dia seguinte (25). Ontem uma turista foi salva de um arrastamento pelo guarda-vidas.

    - Nós determinamos a nossa presença ali com guarda-sol, mesmo ainda sem “cadeirão” ou o posto. Com a draga, há uma mudança na dinâmica marítima. Foi assim em Piçarras, foi assim no aterro da Baía Sul. A draga faz um banco lá adiante, alternando a dinâmica do local e fica um buraco. E não tem como prever o tamanho dele. O mesmo vai acontecer em Balneário Camboriú. Nós já pedimos à nossa equipe técnica para estudar o que de fato mudou e sinalizar. Será feito um Relatório de Investigação de Afogamento (RIA) mas tenho elevada suspeita que pode ter ficado um barranco ali na região - explica o comandante da 1ª Região dos Bombeiros em Santa Catarina, Cel. César Nunes.

    Os bombeiros vão colocar 1500 placas de orientações de segurança em Santa Catarina.

    - É muito difícil. As pessoas retiram as placas- reclama Nunes.

    O coronel ressalta que há um fenômeno interessante ocorrendo:

    - Há um excesso de teimosia do banhista em não respeitar às nossas orientações de segurança. Tem ainda o problema da bebida alcoólica e drogas. Outro fator que dificulta o nosso trabalho é que as pessoas estão se isolando em lugares onde nós não estamos- explica Nunes.

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