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    Ciência não aponta relação da volta às aulas com aumento de casos do novo coronavírus

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    Renato
    Por Renato Igor
    17/10/2020 - 09h00
    Na rede estadual, as escolas devem começar a receber os alunos a partir da próxima segunda-feira (19)
    Na rede estadual, as escolas devem começar a receber os alunos a partir da próxima segunda-feira (19) (Foto: Mauricio Vieira/Secom)

    Não há, segundo a ciência, tanto na Europa como nos Estados Unidos,  relação de causa e efeito da volta às aulas com o aumento dos casos do novo coronavírus no hemisfério norte. O que temos para justificar essa segunda onda é o fato dos jovens entre 20 e 40 anos não usarem máscaras de proteção e tampouco respeitarem o distanciamento social para evitar aglomerações no verão europeu e americano. Essa é a causa.

    Mudança

    Na medida em que o cenário é de piora do mapa de classificação de risco, com as irresponsabilidades vistas no último final de semana, não é o caso de mudar a resolução estadual que restringe as atividades escolares ?

    >Veja quais regiões de SC podem retomar aulas conforme o risco para Covid-19

    Temos UTIs com a mais baixa ocupação histórica de Santa Catarina.  Estabilidade nas mortes, segundo disse na última quinta-feira (15) o secretário da saúde (SC) André Motta Ribeiro, no Bom Dia SC, da NSC TV.  Por qual razão escolas precisam estar entre as restrições enquanto que inúmeras outras atividades estão liberadas?

    >Sinte reforça posição contrária à retomada das aulas em SC e fará assembleia para avaliar ações

    Não há como copiar os modelos de sucesso mundo afora? Regras rigorosas, protocolos sanitários, diagnóstico, rastreabilidade e monitoramento? E, havendo problema, recua. Terá que ser assim até o final de 2021. A consultoria americana McKinsey apontou oque a pandemia irá até o final do ano que vem. 

    Europa

    Mesmo com a chamada segunda onda da pandemia na Europa, as principais economias do continente como Alemanha, Reino Unido e França estão mantendo as aulas presenciais. Já República Tcheca, em pior situação,  foi para o ensino remoto, Moscou mandou muitos estudantes para aulas virtuais e  a  Irlanda do Norte fechou escolas por duas semanas.

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