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    Força-tarefa da ACM e Senai em Santa Catarina conserta 50 respiradores

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    Por Renato Igor
    29/05/2020 - 12h04 - Atualizada em: 29/05/2020 - 12h25
    ACM e Senai comemoram a entrega de 50 respiradores consertados (Foto: divulgação)
    ACM e Senai comemoram a entrega de 50 respiradores consertados (Foto: divulgação)

    A Associação Catarinense de Medicina (ACM) e o Senai comemoraram a entrega de 50 respiradores consertados nesta quinta-feira (28) e que já estão aptos ao uso nos hospitais catarinenses. Dos 89 respiradores recebidos pelo Senai, em desuso por problemas mecânicos, 75% foram consertados e entregues a hospitais em diversas regiões do estado. A ACM foi a responsável pela articulação que possibilitou o mapeamento dos respiradores que precisavam de conserto, primeiro na rede pública e, num segundo momento, também dos equipamentos inativos na rede de convênios e privada de saúde. Cada respirador pode salvar, por mês, de duas a três pessoas com Covid-19.

    A equipe de 12 profissionais (engenheiros e pesquisadores) atua no conserto de respiradores, no Instituto Senai de Inovação em Sistemas de Manufatura e Processamento a Laser (ISI). Eles fazem parte da força-tarefa que também integra a Associação Catarinense de Medicina (ACM) e a Federação das Indústrias de Santa Catarina (FIESC).

    “O que vocês fizerem ficará para a história da guerra da pandemia em Santa Catarina. Merecem os parabéns e, especialmente um agradecimento muito especial. Os respiradores consertados foram os primeiros resultados concretos da estratégia de ação para a busca por esses equipamentos. Enquanto aconteciam os problemas de importação de respiradores e de insumos para a sua produção, os equipamentos que vocês consertaram representavam a esperança de muitos doentes e médicos na frente da batalha”, destacou o presidente da ACM, Ademar José de Oliveira Paes Junior.

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    O gerente de inovação do Senai, Alceri Schlotefeldt , explica o trabalho realizado: “Não medimos esforços para resolver os problemas técnicos dos equipamentos que recebemos, pois sabíamos da importância que cada respirador poderia representar no atendimento dos pacientes mais graves. Foi preciso estudar os mecanismos de cada peça que não conhecíamos, assim como foi necessária uma dedicação ímpar de cada pessoa que participou do trabalho. Mas certamente valeu a pena e podemos ampliar ainda mais as atividades na área da saúde, que precisa cada vez mais da tecnologia como aliada” .

    Que trabalho fantástico! É a sociedade civil organizada e as entidades dando exemplo ao poder público.

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