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    Reforma da previdência em SC virá mais dura em 2021

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    Por Renato Igor
    30/07/2020 - 07h20
    Presidente do Iprev, Kliwer Schmitt
    Presidente do Iprev, Kliwer Schmitt (Foto: Solon Soares, Agência AL/Divulgação)

    A retirada do projeto de reforma da previdência da Assembleia Legislativa (Alesc) faz com que não se obtenha um freio desejado no aumento no déficit. Como consequência, cada vez que se adia a mudança surge a necessidade de que a reforma seja com regras mais duras. Pelo regimento da Alesc, uma nova proposta de reforma só poderá ser apresentada em 2021. E ela será mais rígida.

    >Diferença entre policiais e regra da pensão: entenda polêmicas da reforma da Previdência de SC

    " Não há nenhuma duvida disso, até porque pelo aumento do déficit que exige um equacionamento com regras mais duras e como a própria sociedade vai exigir e já estava exigindo uma providência. Por isso a retirada do projeto da Alesc. A sociedade exige, de fato, uma reforma que traga resultado para as contas do Estado", explicou Kliwer Schmitt, presidente do Instituto de Previdência de Santa Catarina (IPREV).

    Corrida

    Há um aumento de cerca de 50% nos pedidos de aposentadoria solicitados pelos servidores no Iprev. No último trimestre de 2019, a média mensal era de 150 solicitações e, no primeiro trimestre de 2020, chegou a 200. O déficit da previdência em Santa Catarina em 2019 foi de R$ 4 bilhões. A estimativa para 2020 é que se aproxime de R$ 4,6 bi.

    Acompanhe a entrevista com o presidente do Iprev, Kliwer Schmitt:

    >Defesa de Moisés contesta o rito do impeachment na Alesc

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