Em reunião realizada de forma extraordinária nesta terça-feira (14) no Conselho Universitário (Cun), o Reitor da UFSC, Prof. Irineu Manoel de Souza, disse que é contra a presença da polícia no campus. O encontro foi programado para discutir segurança e infraestrutura. A reunião foi motivada após a preocupação da comunidade acadêmica com o caso de sequestro-relâmpago registrado no dia quatro de outubro. 

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Após este crime, a Reitoria comunicou o fato às autoridades de segurança e, nos dias seguintes, a presença de policiais foi vista no campus, o que gerou insatisfação em uma parcela da comunidade acadêmica. 

— A Reitoria da Universidade Federal de Santa Catarina é contra a Polícia no campus….Tem uma comissão, que foi presidida pelo Leandro (Leandro Luiz de Oliveira – Secretaria de Segurança Institucional), tem uma reunião no dia 16 e essas questões estão sendo discutidas com o DCE, com a comunidade externa e interna, então, esse assunto, pra ficar bem claro: segundo, não haverá cercamento do campus, o que existe é um projeto  da prefeitura (universitária) que é e o controle do acesso com a revitalização das cercas que estão caídas, pedido do Colégio de Aplicação,  e colocar mais guaritas na universidade, então, não existe essa história de cercamento do campus e nem polícia no campus —  disse o Reitor Irineu Manoel de Souza, durante a reunião do Cun.

Campus da UFSC tem projeto de reforço da segurança com grades e guaritas:

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No dia 18 de outubro, a coluna informou que a UFSC irá reforçar a segurança da comunidade acadêmica com grades de ferro e mais guaritas no entorno do campus.  O assunto gerou inquietação em parte da comunidade universitária.

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