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Roberto Alves

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Referência por resgatar a memória do Esporte catarinense, fatos do dia a dia e pitorescos, misturando bom humor e seriedade na dose certa.

Roberto Alves

Anne-Christine POUJOULAT / AFP

Por que os estádios da Copa do Mundo estão vazios?

Por Roberto Alves

18/06/2018 - 13h11

As cadeiras vazias em partidas da Copa do Mundo chamam a atenção do torcedor e da Fifa, tando que esta investiga os motivos de isso estar acontecendo. Falta de marketing? Russos não gostam de futebol? Não acredito ser nada disso.  Confira a opinião no vídeo

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(Mladen Antonov, AFP)

Primeiras decepções da Copa

Por Roberto Alves

18/06/2018 - 06h00

A bola rola e as surpresas começam a aparecer. Algumas até extravagantes, como foi a estreia da Argentina diante da Islândia. Dois grandes momentos no centro de imprensa, sábado, com direito a grande algazarra: o gol islandês e o pênalti perdido pelo Messi. Era tudo que a imprensa brasileira queria. O mais curioso é que jornalistas de outros países também vibraram com o primeiro fracasso da Argentina. Porque será? E a atual campeã Alemanha, que perdeu para o México ontem, hein?    Cristiano Ronaldo A Copa começou e, com exceção do jogo inaugural da Rússia, não vi muita empolgação pelas ruas de Rostov. Fora isso, só o Brasil chama atenção. Outro personagem foi muito festejado nesses primeiros jogos da Copa: Cristiano Ronaldo diante da Espanha. Ao seu estilo provocativo, não perdoou alguns companheiros da Espanha. O gajo foi celebrado nos poucos restaurantes da cidade que tinham imagem do jogo.   Direto da Rússia: confira também as publicações de Cacau Menezes   Como resolver A Fifa de vez em quando se depara com problemas internos dos países. O que pensa um patrocinador que gasta uma fortuna em um evento do tamanho da Copa e um jogador escolhido melhor do jogo recusa-se a receber o prêmio porque sua religião é contra? O goleiro do Egito fez isso. Muçulmano, ele é contrario ao álcool produzido pela cerveja patrocinadora do Mundial e abriu portas para um debate sobre o tema.   Desnecessário O primeiro momento polêmico da Copa foi no jogo França e Austrália. O árbitro de vídeo ajudou a decidir a partida, ainda que o gol do francês Pogba nem precisasse. Claramente, a bola ultrapassou a linha do gol. De qualquer maneira, é melhor assim do que ficar a dúvida no ar. Longe de estar no seu melhor momento, a Frnaça venceu o jogo.   Frase “Acho que o Brasil faz a final com a Espanha”, disse o excelente repórter da Globo Tino Marcos, em entrevista à rádio CBN Diário.   POSITIVO Esperava uma Rússia fechada, carrancuda, sem muita expectativa para uma boa Copa. Ledo engano. O povo me surpreendeu, pelo menos aqui em Rostov. NEGATIVO Dificilmente em qualquer jogo de Copa do Mundo o estádio não está lotado. A Fifa quer saber qual a razão de seis mil lugares estarem vagos no jogo Uruguai e Egito. A comercialização é feita com anos de antecedência. Será que já estão botando a mão ou não houve interesse mesmo?   Curioso Em um dos jogos de sábado, sintonizei em um canal de TV com a narração feminina. Em alguns momentos narrava sozinha e em outros havia um colega junto. No melhor estilo russo, imagine a gritaria. De vez em quando seu charme era prejudicado pelo narrador que insistia em cortar a sequência do lance.   Zarpamos São Petersburgo é a nossa próxima parada e para onde estamos indo hoje à noite. Lá é onde o Brasil joga na próxima sexta-feira contra a Costa Rica. Saudade é o que vamos sentir desta acolhedora e bonita cidade, Rostov.   Leia outras publicações de Roberto Alves

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(Jewel SAMAD, AFP)

Brasil também estreia com futebol abaixo da expectativa

Por Roberto Alves

17/06/2018 - 17h19

Mais uma das grandes candidatas ao título não estreou bem. O Brasil se junta aos times de Argentina e Alemanha que tropeçaram no primeiro jogo desta Copa do Mundo. Nossa equipe não passou pela retranca da Suíça, mas não fez nada para melhorar o time. A Seleção Brasileira errou demais, inclusive na insistência do individualismo, e especialmente o Neymar. Todos nós sabemos que será um jogador caçado neste Mundial. A forma ideal dele jogar é tocar a bola. Nos momentos em que jogou com os companheiros, houve boa produção, mas não muito. Vi pouco do Gabriel Jesus, pouco também do Marcelo, um dos grandes jogadores da equipe.   Confira também as publicações de Cacau Menezes    Não foi uma boa estreia da Seleção Brasileira porque se esperava uma vitória com consistência, até para se confirmar tudo que vem se falando do Brasil na condição de um dos favoritos ao título. Não gostei da equipe comandanda pelo técnico Tite na partida de estreia. Achei intranquila, muito individual e que esbarrou no ferrolho suíço, foi fatal ao nosso selecionado. Vamos ver o que acontece no segundo jogo. No primeiro tempo, o meia Philippe Coutinho acertou o ângulo em uma bola bem chutada. Mas no segundo a Suíça foi para cima e empatou. O pouco volume de jogo brasileiro na etapa complementar não foi o bastante para dizer que jogou melhor que o adversário. As alterações de Tite não funcionaram: a entrada de Fernandinho para marcar melhor, no lugar de Casemiro, a de Renato Augusto para trabalhar a bola mais na frente e a de Roberto Firmino. Pode até ser que tenham melhorado um pouco o time, mas não foi o bastante. O Neymar precisa entender que é um jogador muito importante neste momento e, se não jogar coletivamente, vão caça-lo a Copa do Mundo inteira. Ele cava muita falta, jogava muito deitado, no chão.   Leia outras publicações de Roberto Alves

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(Patrik Stollarz, AFP)

Essa vai ser a Copa das Zebras?

Por Roberto Alves

17/06/2018 - 15h25

Essa parece que vai ser a Copa das zebras. Depois do empate da Argentina, a Alemanha perdeu para o México, algo que esperávamos. O Brasil terá de se preparar bem para não ter surpresa. Dois grandes favoritos decepcionaram. E a França teve muita dificuldade para vencer a Austrália. Demonstra que será o Mundial do equilíbrio, em que as seleções consideradas menores podem surpreender.   Confira também as publicações de Cacau Menezes e de Diorgenes Pandini​ Leia outras publicações de Roberto Alves     ​Veja todas as notícias da Copa do Mundo no Vai, Brasil​

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(PEDRO MARTINS/MOWA PRESS)

Brasil precisa controlar o emocional para fazer uma boa estreia

Por Roberto Alves

16/06/2018 - 04h00

Fim de semana com o Brasil jogando todas as fichas em direção a mais um título mundial. Este primeiro momento é o mais difícil e não é pelo adversário. O emocional do jogador é atingido, com a adrenalina a mil e a responsabilidade de representar um país pentacampeão. Tudo isso pode ser fundamental para uma boa estréia. Passando este momento, tudo volta ao normal.   Confira também as publicações de Cacau Menezes e de Diorgenes Pandini   Caminhos da vitória Na verdade, só há um caminho para vencer: o gol. Para que isso ocorra, é preciso marcar forte, ter bom trabalho de bola no meio de campo e mostrar o talento brasileiro para abrir a retranca Suíça. O que não podemos pensar é em depender apenas de Neymar para chegar ao nosso objetivo nesta Copa. Como favoritos, precisamos que o time esteja inspirado em todos os setores e de forma coletiva.   Debate Numa rodinha daquelas em que todos são contra tudo, discutiu-se a abertura dada pelo comando da Seleção ao grupo. Alguns familiares de atletas têm participado de atividades sociais. O objetivo é manter o bom relacionamento. Não tenho opinião firmada, mas, à distancia, me parece que é bom e salutar este procedimento. Não pode transformar a concentração em prisão absoluta.   Veja todas as notícias da Copa do Mundo no Vai, Brasil

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Mladen ANTONOV, AFP

Arena Rostov

Por Roberto Alves

15/06/2018 - 19h10

Direto da Rússia Como em todos os estádios da Copa, há uma distância muito grande para o torcedor percorrer e chegar ao local estabelecido. O Centro de imprensa e todos os outros departamentos ficam distantes do estádio por questão de segurança. Na quinta-feira, passei no rio On Don, que fica ao lado da Arena. Dali se escutou insistentemente o ensaio do Hino Nacional. Já há alguns dias estão acontecendo os ensaios, com a entrada em campo dos atletas. Todo o cerimonial protocolar do início de um jogo de Copa. Seria o aterro? O Parque de Rostov é onde tudo acontece na cidade. Às margens do rio, o projeto atende à recreação de todos os tipos, inclusive com os habitantes aproveitando parte do rio para a prática do remo e também para se banhar. Saudade do projeto de Burle Marx, em Florianópolis, cujos objetivos iniciais não foram alcançados. Leia as últimas notícias da Copa do Mundo

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(Diorgenes Pandini, Diário Catarinense)

Chegada estratégica

Por Roberto Alves

15/06/2018 - 18h39

Na frente do hotel Rama havia um pequeno grupo de torcedores, com predominância feminina. Era a Seleção que estava chegando. Passava um pouco mais das 22h30min (hora local) e, de repente, a tradicional correria. Era o ônibus da Seleção? Que nada, o veiculo já havia estacional no pátio interno, atrás do prédio, sem ninguém perceber. Forte esquema de segurança, como sempre, e o distanciamento do ídolo do torcedor. Quando percebemos, eles subiam uma escadaria com pouca iluminação, mal dava para reconhecer os atletas. Tudo ficou mais claro quando surgiram Neymar e Marcelo, os mais aplaudidos. Poucas pessoas permaneceram por ali, na esperança de algum deles surgisse na sacada do hotel. Neste sábado está previsto o reconhecimento do gramado do estádio, onde a equipe estreia no dia seguinte. Até lá, estarão fechados a sete chaves aqui em Rostov. Vídeo: Roberto Alves comenta chegada da Seleção Brasileira em Rostov Leia outras publicações de Roberto Alves Veja também as publicações de Cacau Menezes e de Diorgenes Pandini

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