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Fim de semana

Sexta-feira de emoções fortes com o Figueirense em Caxias do Sul

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Roberto
Por Roberto Alves
22/01/2021 - 11h58
Jogador do figueirense recebendo bola de futebol
Figueirense joga nesta sexta-feira pela classificação na série B. (Foto: Divulgação)

Pode ser a última chance do alvinegro para sair da zona de rebaixamento da série B. Só a vitória pode salvar uma campanha cheia de irregularidades técnicas. A situação vem se repetindo a cada ano quando o torcedor precisa de coração forte para acompanhar seu time até a última rodada em situação perigosa na tabela do campeonato.

Não convém aqui buscar os culpados. O momento é de uma grande disputa contra o Juventude para tentar escapar do pior, o rebaixamento.

É necessário jogar como se tivesse decidindo o campeonato brasileiro, ou mais, colocar alma no bico da chuteira, desejo, raça e um pouco de competência — o que tem faltado ultimamente para chegar a vitória.

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O Juventude também precisa do resultado para tentar ainda o acesso a série A. No momento tem mais time até pela sua posição na tabela, mas levou cinco do Avaí em seu último jogo, o que quer dizer que pode ser vencido em sua própria casa.

O técnico do Figueirense, de sua parte, precisa jogar sem esquecer da cautela necessária, que não teve contra o CRB.

Um jogo estudado, equilibrando todos os setores do time, é o que o Figueirense precisa.

Decisão

Fim de semana será decisivo para os catarinenses. Na tarde desta sexta-feira, o CSA joga e não pode vencer, para dar chances ainda ao Avaí que joga neste sábado contra o Guarani.

O grande problema agora é que nas duas últimas rodadas nossos representantes já não dependem mais de si — com exceção da Chapecoense que lidera a competição um ponto a frente do América e tem dois jogos para vencer e conquistar o título da série.

Baixa

No momento mais importante do campeonato brasileiro a Chapecoense perde seu principal atacante, Paulinho Mocelin. Uma fratura no tornozelo resultou em uma cirurgia, e agora ele está na recuperação.

Memória

Radialista apresentando concurso e mulher recebendo buque de flores de menino pequeno
Mário Motta entregou flores a uma cantora nos anos 50
(Foto: )

Nos anos 50, a Rádio Nacional do Rio de Janeiro foi considerada a maior e melhor emissora de rádio da América Latina. Um dos carros chefes da programação totalmente ao vivo eram os programas de auditório. Cesar de Alencar, aos sábados, era o principal deles, considerado o grande amimador de auditório do rádio brasileiro, onde Silvio Santos aprendeu o ofício. 

Brenda Lee, uma menina cantora, era a atração mundial do momento com o sucesso Jambalaya. Na foto, Cesar de Alencar apresenta a garotinha americana que recebeu um buquê de flores de um garotinho que está sentado ao lado, esperando pelo momento. Sabem quem era o menino? Mário Mota, hoje um dos maiores âncoras do rádio e televisão do Brasil. Aliás, este ano Mário deve lançar o livro que conta toda a sua trajetória artística.

Roberto Alves

Colunista

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Referência por resgatar a memória do Esporte catarinense, fatos do dia a dia e pitorescos, misturando bom humor e seriedade na dose certa.

siga Roberto Alves

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