A mudança nos planos da prefeitura de Joinville em relação ao PAC da Mobilidade tornou improvável a realização de todas as obras viárias previstas no contrato assinado em 2015: ainda que o município esteja buscando outras fontes de recursos para realizar as intervenções, principalmente para as pontes, são remotas as chances para bancar todo o pacote. Com os recursos do PAC, a prefeitura pretende apenas bancar a conclusão das requalificações já iniciadas, com obras na Aubé, Albano Schmidt e Helmut Fallgatter. 

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> Com PAC quase fora dos planos, Joinville busca outras fontes para bancar obras do pacote

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O empréstimo de R$ 100 milhões contratados pela prefeitura de Joinville há mais de seis anos teve atrasos no governo anterior. Apenas as obras em três ruas foram concluídas, com início dos trabalhos em outras três. Mesmo no governo Udo Döhler houve a constatação de que não seria possível realizar tudo. A lista aumentou no governo Adriano Silva e agora estão sendo buscadas outras fontes de financiamento para as obras. A atual gestão alega, além de que os recursos não são mais insuficientes para bancar tudo, dificuldade para liberação de recursos por meio de programa custeado pelo FGTS.

Mas mesmo que sejam encontrados recursos, mesmo com novos empréstimos, o foco deverá ser a construção de três pontes (Aubé, Nacar e Anêmonas) e parte das requalificações. Mas imaginar que será possível concluir o pacote formado por uma lista de eixos, como João Colin, Urussanga, Beira-rio, Procópio Gomes, Guanabara, Getúlio Vargas, entre outras, é contar com o improvável. Ou seja, Joinville terá mais obras que vão ficar pelo caminho, sem sair do papel.

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