Sob pressão da superlotação, os dois maiores hospitais públicos de Joinville estão procurando aumentar a capacidade de atendimento por meio da internação domiciliar. O programa é o Emad (Equipe Multiprofissional de Atenção Domiciliar), mantido pelo SUS, no qual o paciente recebe atendimento em casa. Há outras iniciativas, como busca de maior fluidez nas internações e ampliação de vagas, mas a eliminação do déficit de leitos continua distante.
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Os hospitais São José (municipal) e Regional Hans Dieter Schmidt (estadual) contam com 504 leitos, somados, mas tinham 677 pacientes internados na última quarta-feira, quando foi realizada reunião na Câmara de Joinville para discutir o tema. Os pacientes internados à espera de um leito são atendidos em unidades de emergência, como prontos-socorros.
O Hospital São José conta com 80 pessoas atendidas em internação domiciliar, com acompanhamento pelo Emad, adotado desde a década passada. O acompanhamento em casa é feito após a internação hospitalar. O Hospital Regional se habilitou para atender 100 pessoas pelo programa. Os perfis de atendimento já foram definidos e, nos próximos dias, deve começar a convocação de aprovados em concurso para formação das equipes.
O programa chamado também de “Melhor em Casa”, tem como objetivo proporcionar atendimento no próprio domicílio, sem a necessidade de hospitalização. Um dos objetivos é desafogar os hospitais e as unidades de emergência. Há avaliação dos pacientes para participação no programa.
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