Em quatro fases, a Operação Mensageiro superou também em números as nove fases da Operação Et Pater Filium. A repercussão da apuração com foco em contratos terceirizados de coleta de lixo já era mais expressiva antes mesmo da nova fase devido ao envolvimento de um número maior de cidades (e de maior porte), em comparação com a operação com foco no Planalto Norte.

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Agora, a Mensageiro chega a 40 mandados de prisão expedidos em menos de cinco meses após a primeira etapa, superando as 36 prisões da Et Pater Filium ao longo de mais de dois anos, entre 2020 e 2022. Há mais diferenças entre as operações iniciadas no Norte de Santa Catarina.

A Et Pater Filium apurou casos de corrupção envolvendo fraudes em licitações e desvio de recursos na execução de contratos em um grupo de prefeituras do Planalto Norte. A investigação do Ministério Público de Santa levou à prisão de três prefeitos, em um dos casos já com condenação judicial. Mais recente e, de certa forma um desdobramento da operação anterior, a Mensageiro apontou um número maior de prefeitos envolvidos, com dez presos somente no Norte, além das detenções em outras cidades.

Tanto a Et Pater Filium como a Mensageiro foram ampliando os mandados de prisão e de busca e apreensão conforme as investigações, mas os casos acompanhados pela operação iniciada em dezembro do ano passado têm apurado a maior participação de prefeitos, por isso o número de pedidos de prisão. Já na primeira fase, foram quatro prefeitos presos. Foi apenas o começo de uma operação que chegou agora a 14 administradores municipais detidos. As investigações continuam em andamento.

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