A nova prorrogação do contrato da prefeitura de Joinville para a elaboração de estudos sobre modelos de gestão para o Hospital Municipal São José mostra que a contratação de organização social para o estabelecimento não tem mais prioridade para o governo Adriano Silva. Nem mesmo a concessão da UPA Sul, em processo bem mais adiantado e com entidades credenciadas desde o início do ano, tem prazo para o lançamento do edital de licitação.

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A Fipe foi contratada em abril do ano passado, por R$ 808 mil, para estudos sobre os estudos de viabilidade de novo modelo de gestão do São José. A adoção de organização social é defendida por Adriano Silva desde a campanha eleitoral. Em abril, o contrato foi prorrogado por dois meses, para apresentação de estudos complementares. Nesta semana, houve mais um aditivo de prazo, por seis meses. Portanto, o trabalho será concluído no final do ano. Só depois desse prazo, a prefeitura, eventualmente, começará as tratativas sobre a concessão.

No cargo de secretária de Saúde de Joinville desde abril, Tânia Eberhardt afirmou que maio que “não é o momento” para a discussão sobre OS do São José. Tânia não tem posição contrária às organizações sociais na saúde, a fala tem mais relação com as demandas mais urgentes – como a sobrecarga no sistema – do que com o futuro da gestão do hospital.

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