O impacto da erosão costeira em Balneário Barra do Sul levou ao recuo entre 30 e 40 metros desde 1978, com demanda de uma série de investimentos para a recomposição, como depósito de 1,3 milhão de metros cúbicos de areia para alargamento. As informações sobre o avanço do mar foram divulgadas pela prefeitura nas redes sociais, com base em estudo do Instituto Nacional de Pesquisas Hidroviárias (INPH). Neste momento, a prefeitura está concluindo estudos ambientais sobre as obras. Também há busca de recursos, estimados em R$ 45 milhões.
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As principais recomendações do relatório do INPH, concluído em 2022, foram alargar a praia em extensão de 3,5 km, com a nova faixa de areia ficando com 60 metros; ampliar os molhes de boca da barra para 275 metros, com construção de guias correntes no canal de navegação, como forma de reduzir o acúmulo de sedimentos. Para o enrocamento, é sugerido o uso de pedras de até 4 toneladas. O desassoreamento deve retirar 326 mil metros cúbicos de sedimentos, como forma de melhorar as condições de navegação.
Na lista de benefícios esperados, estão a proteção da orla e das construções próximas ao mar, segurança para banhistas e embarcações, redução de danos nas ressacas, recuperação da faixa de areia para lazer e turismo e estímulo ao desenvolvimento econômico, além da diminuição de acidentes com embarcações encalhadas.
A publicação da prefeitura informa que o estudo deixou claro que a “a erosão em Balneário Barra do Sul é crônica e não se resolverá sem intervenção”, por isso a defesa da solução integrada de alargamento com ampliação do molhes e desassoreamento do canal.
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