Joinville continua perdendo fatia no ICMS de Santa Catarina, ainda que mantenha a liderança no Estado, com o maior retorno entre os 295 municípios. Na tabela de índice de participação dos municípios, publicada na quarta-feira (12) pela Secretaria de Estado da Fazenda, a Prefeitura da cidade mais populosa do Estado terá direito a 8,38% dos recursos do imposto que retornam para as cidades (as prefeituras ficam com 25% da arrecadação do tributo estadual).

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No atual exercício, a parcela de Joinville é de 8,60%. Há apenas cinco anos, em 2013, a cidade tinha direito a 9,72% do retorno do ICMS. Apesar das quedas, o imposto continua como principal receita da Prefeitura. No ano passado, foram R$ 450 milhões para os cofres do município. Agora em 2018, o retorno do ICMS foi de R$ 375 milhões, em balanço até outubro, segundo a Secretaria da Fazenda. 

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O índice previsto para 2019 reflete o desempenho econômico da cidade de dois anos atrás. Foi um período no qual Joinville enfrentava os impactos da crise econômica com mais intensidade, principalmente na indústria. Em outra frente, a atual administração tem questionado na Justiça determinados cálculos pontuais, sem avanços significativos. 

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Hospital

Na solenidade de lançamento do Hospital do Câncer de Joinville, na manhã desta quarta-feira em Pirabeiraba, Darci de Matos (PSD) vai se comprometer em repassar R$ 5 milhões anuais de suas futuras emendas para a construção do espaço especializado.

O deputado federal eleito considera que o hospital virá a atender a uma das grandes demandas em saúde em Joinville e região. Também nesta quarta, Darci faz apresentação de emenda de R$ 2 milhões, apresentada por outro deputado, para bancar a elaboração dos projetos.

 

Aragão presidente

Não faltaram sobressaltos nos últimos dias, mas Cláudio Aragão (MDB) confirmou o favoritismo e será o presidente da Câmara de Joinville entre 2019 e 2020. A mesa terá ainda Ana Rita Hermes (Pros), James Schroeder (PDT) e Lioilson Correa (PSC). A vitória de Aragão dá ao MDB uma inédita hegemonia de oito anos ao partido no comando da Câmara – João Carlos, Rodrigo Fachini e o atual presidente, Fernando Krelling, são emedebistas.

 

Almoço da vitória

A vitória de Aragão esteve ameaçada nos últimos dias devido aos movimentos de Rodrigo Fachni e Maurício Peixer (PR). Só que as investidas em vereadores da base – da qual os dois também fazem parte – não deram certo e só uma chapa foi inscrita na eleição realizada na quarta-feira. Em almoço, quarta, com a presença de 12 vereadores (foto), Aragão teve a confirmação da vitória na sessão de logo depois.

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Movimento

Nas últimas semanas, Udo Döhler recebeu vereadores individualmente para tratar de diferentes temas e, naturalmente, a eleição da mesa diretora entrava em pauta. O prefeito não foi conclusivo, não indicava um nome, mas alertava que se uma chapa contasse com vereadores da oposição, não era a chapa dele. E quem votasse nela seria encarado como oposição. 

Mas nos últimos dias, com os movimentos de Fachini  e de Maurício Peixer, Udo teria deixado claro aos interlocutores que seu nome preferido era Cláudio Aragão na disputa pela mesa.

 

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